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quarta-feira, 27 de junho de 2012
Venda de apartamentos novos cresce mais de 12% em São Paulo no primeiro quadrimestre
De janeiro a abril deste ano as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo cresceram 12,5% na comparação com igual período do ano passado. Foram comercializadas 7.407 unidades ante 6.584. O volume financeiro foi 6,9% superior ao registrado no primeiro quadrimestre de 2011 alcançando R$ 3,6 bilhões ante R$ 3,4 bilhões.
Os dados são da Pesquisa Sobre Mercado Imobiliário realizada pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Ainda de acordo com a pesquisa, o ritmo de escoamento também aumentou. No período de 12 meses até dezembro, foram negociados 56,7% dos lançamentos. Em abril deste ano, o percentual atingiu 60,4%.
Esse desempenho ficou acima do esperado pelo setor. "Nós já estávamos prevendo um aumento das vendas, mas o nível alcançado foi surpreendente", avaliou Claudio Bernardes, presidente do Secovi. Ele observou, no entanto, que vem ocorrendo um ajuste entre a demanda e a oferta. Nos quatro primeiros meses do ano, o número de unidades à venda somou 17.632 - 10,6% menor do que o estoque registrado, em dezembro (19.731). Em abril, o total vendido (2.007 unidades) foi 9,7% inferior ao registrado em março.
Bernardes garantiu que apesar da queda nos lançamentos, os valores dos imóveis não têm sofrido reajustes e que a maioria das ofertas é de apartamentos ou casas para as famílias de nível intermediário de renda. Cerca de 70% das unidades com dois dormitórios situa-se na faixa de até R$ 350 mil.
Por meio de nota, o Secovi citou levantamento da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), que indica o lançamento, em abril, de 1.622 imóveis, um crescimento de 2,8% sobre o mês anterior. No acumulado no primeiro quadrimestre houve recuo de 27,6% com 5.257 imóveis ante 7.262, no mesmo período de 2011.
Jornal do Commercio, 26/jun
terça-feira, 26 de junho de 2012
Venda de apartamentos novos cresce mais de 12% em São Paulo no primeiro quadrimestre
De janeiro a abril deste ano as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo cresceram 12,5% na comparação com igual período do ano passado. Foram comercializadas 7.407 unidades ante 6.584. O volume financeiro foi 6,9% superior ao registrado no primeiro quadrimestre de 2011 alcançando R$ 3,6 bilhões ante R$ 3,4 bilhões.
Os dados são da Pesquisa Sobre Mercado Imobiliário realizada pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Ainda de acordo com a pesquisa, o ritmo de escoamento também aumentou. No período de 12 meses até dezembro, foram negociados 56,7% dos lançamentos. Em abril deste ano, o percentual atingiu 60,4%.
Esse desempenho ficou acima do esperado pelo setor. "Nós já estávamos prevendo um aumento das vendas, mas o nível alcançado foi surpreendente", avaliou Claudio Bernardes, presidente do Secovi. Ele observou, no entanto, que vem ocorrendo um ajuste entre a demanda e a oferta. Nos quatro primeiros meses do ano, o número de unidades à venda somou 17.632 - 10,6% menor do que o estoque registrado, em dezembro (19.731). Em abril, o total vendido (2.007 unidades) foi 9,7% inferior ao registrado em março.
Bernardes garantiu que apesar da queda nos lançamentos, os valores dos imóveis não têm sofrido reajustes e que a maioria das ofertas é de apartamentos ou casas para as famílias de nível intermediário de renda. Cerca de 70% das unidades com dois dormitórios situa-se na faixa de até R$ 350 mil.
Por meio de nota, o Secovi citou levantamento da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), que indica o lançamento, em abril, de 1.622 imóveis, um crescimento de 2,8% sobre o mês anterior. No acumulado no primeiro quadrimestre houve recuo de 27,6% com 5.257 imóveis ante 7.262, no mesmo período de 2011.
Jornal do Commercio, 26/jun
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Crédito imobiliário originado da poupança sobe 560%, afirma BC
28/11/2011 - Crédito imobiliário originado da poupança sobe 560%, afirma BC
Os saldos dos financiamentos habitacionais com cartas de crédito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) cresceram entre 2002 e 2010. O aumento de 560% ocupou o espaço de outras aplicações imobiliárias.
De acordo com o Relatório de Economia Bancária e Crédito, do Banco Central, em 2002 foram direcionados para o financiamento habitacional R$ 20,718 bilhões do SBPE; já em 2010, o valor subiu para R$ 136,688 bilhões.
Em 2002, foi concedido R$ 1,174 bilhão para a aquisição de imóveis, sendo que R$ 495,7 milhões foram para imóveis novos, e R$ 679 milhões, para usados. Em 2010, o valor direcionado à aquisição de imóveis subiu para R$ 31,785 bilhões, sendo R$ 8,843 bilhões para imóveis novos e R$ 22,942 bilhões para usados.
No ano de 2002, foram adquiridos 7,1 mil imóveis novos e 11,5 mil unidades usadas; já oito anos depois os beneficiados pelo financiamento compraram 58,1 mil imóveis novos e 161,5 mil usados com o recurso.
No que se refere à construção de imóveis, foram destinados, em 2002, R$ 573,6 milhões para empresas e R$ 20,2 milhões para pessoas físicas; já em 2010 o montante passou para R$ 22,273 bilhões para empresas e R$ 1,933 bilhão para pessoas físicas.
Com os recursos, em 2002 foram construídas 10,3 mil unidades; oito anos depois foram construídos 196,7 milhões. O governo deve aprofundar os estudos sobre a poupança para que mudanças não prejudiquem o crédito imobiliário
Fonte: DCI, 28/11/2011
Os saldos dos financiamentos habitacionais com cartas de crédito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) cresceram entre 2002 e 2010. O aumento de 560% ocupou o espaço de outras aplicações imobiliárias.
De acordo com o Relatório de Economia Bancária e Crédito, do Banco Central, em 2002 foram direcionados para o financiamento habitacional R$ 20,718 bilhões do SBPE; já em 2010, o valor subiu para R$ 136,688 bilhões.
Em 2002, foi concedido R$ 1,174 bilhão para a aquisição de imóveis, sendo que R$ 495,7 milhões foram para imóveis novos, e R$ 679 milhões, para usados. Em 2010, o valor direcionado à aquisição de imóveis subiu para R$ 31,785 bilhões, sendo R$ 8,843 bilhões para imóveis novos e R$ 22,942 bilhões para usados.
No ano de 2002, foram adquiridos 7,1 mil imóveis novos e 11,5 mil unidades usadas; já oito anos depois os beneficiados pelo financiamento compraram 58,1 mil imóveis novos e 161,5 mil usados com o recurso.
No que se refere à construção de imóveis, foram destinados, em 2002, R$ 573,6 milhões para empresas e R$ 20,2 milhões para pessoas físicas; já em 2010 o montante passou para R$ 22,273 bilhões para empresas e R$ 1,933 bilhão para pessoas físicas.
Com os recursos, em 2002 foram construídas 10,3 mil unidades; oito anos depois foram construídos 196,7 milhões. O governo deve aprofundar os estudos sobre a poupança para que mudanças não prejudiquem o crédito imobiliário
Fonte: DCI, 28/11/2011
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