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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

BRAZIL HOSPITALITY GROUP

A BHG

A BHG – Brazilian Hospitality Group 
É a 3ª Companhia hoteleira no Brasil e não é apenas Administrador de hotéis, mas também investiu na construção de alguns destes, como vai ocorrer com o Golden Tulip Campos.  




A Brazilian Hospitality Group 

Possui 8.300 apartamentos funcionando, e tem o perfil de diminuir custos operacionais e investir na qualificação de seus funcionários, para prestar um atendimento de qualidade. 



É a única que possui 4 centrais de reservas, enquanto que todas as outras tem apenas uma, além de infraestrutura de atendimento online, otimizando e aumentando a captação de hóspedes. 



Outro elemento importante é a empresa trabalhar com a padronização da identidade visual de sua bandeira, facilitando a fidelização do turista, sobretudo o internacional, que chega à região e encontra uma rede que possui um serviço de qualidade.




A Empresa tem uma taxa de administração que varia entre 8 e 12%, a variação é determinada pela distribuição do lucro no pool. 


A curva de rentabilidade varia entre 0,6 e 1,4%.





O investidor, salvo datas especiais com forte potencial de hospedagem, tem direito a 25% de desconto na diária de hospedagem.




domingo, 8 de julho de 2012

Trem-bala terá licitação internacional



Depois de passar um bom tempo no limbo, o projeto do trem de alta velocidade (TAV) foi efetivamente retomado pelo governo. Até o fim deste ano, apurou o Valor, a estatal Etav, criada recentemente para coordenar o empreendimento, fará uma licitação internacional para contratar a empresa ou consórcio que assumirá a elaboração do projeto executivo de engenharia do trem-bala. A decisão de promover uma concorrência internacional deve-se ao fato de o Brasil não ter mão de obra especializada nesse tipo de projeto. A expectativa do governo é que empresas nacionais associem-se a companhias estrangeiras de engenharia para disputar a licitação.

O estudo que ajudará a aprofundar questões técnicas e a afastar dúvidas sobre a viabilidade do trem planejado para ligar Rio, São Paulo e Campinas deverá demorar ao menos um ano para ser concluído. As estimativas preliminares apontam que o projeto de engenharia custará cerca de R$ 540 milhões, uma conta que será paga com recursos da Etav.
Com a entrada em cena da nova estatal, ficará a cargo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a realização dos dois leilões para contratar os consórcios que assumirão a obra. O Valor apurou que o primeiro edital - que prevê a contratação do operador do trem e da tecnologia que irá suportar o projeto - já está pronto e aguarda apenas um sinal verde do Ministério dos Transportes para que seja divulgado e submetido a consulta pública. Há expectativa que essa publicação possa ocorrer ainda neste mês. Feita a consulta, que deverá durar ao menos 45 dias, a ANTT irá analisar as sugestões, para então divulgar um texto definitivo. A realização do leilão, no entanto, só poderá ocorrer seis meses após essa divulgação. Esse prazo será dado para que as empresas interessadas no empreendimento tirem suas dúvidas e formulem propostas. A falta de tempo para analisar o projeto foi o principal argumento apresentado pelas empresas para desistirem de tentativas anteriores de licitar a obra. Na prática, o novo cronograma faz com que a primeira licitação do TAV, então planejada para ocorrer até o fim deste ano, seja feita somente no segundo trimestre de 2013, isto é, praticamente daqui a um ano.
Para não perder mais tempo, a Etav quer fazer a contratação do projeto executivo antecipadamente, adiantando os estudos até onde for possível, enquanto não acontece o leilão que definirá o gestor e a tecnologia que será utilizada no empreendimento.
São remotas, portanto, as chances de a ANTT realizar, ainda no ano que vem, o segundo leilão do trem-bala, para escolher o consórcio que cuidará da construção de toda a infraestrutura que suportará o TAV. Isso ocorre porque, para publicar esse segundo edital, a agência precisa ter nas mãos o projeto executivo pronto. Paralelamente, também terá que obter a licença ambiental prévia do empreendimento, que é concedida pelo Ibama. O órgão ambiental já assinou um termo de referência com a ANTT, liberando ações preliminares para viabilizar o licenciamento da obra. Um grupo de empresas de consultoria foi contratado pela agência e trabalha em levantamentos de flora, fauna e impacto urbanístico, além de patrimônio histórico e arqueológico.
A Etav, conforme anunciado pelo governo, vai ser liderada por Bernardo Figueiredo. Ex-diretor geral da ANTT, Bernardo foi convidado para assumir o posto pelo ministro dos Transportes, Paulo Passos. O Valor apurou que a diretoria da estatal também terá a participação de Helio Mauro França, que atualmente ocupa a superintendência da agência reguladora e que participa do projeto desde o início.
Pelo plano do governo, a Etav terá uma participação de aproximadamente 10% em todo o empreendimento. Há possibilidade dessa fatia ser ampliada, mas essa hipótese não é avaliada pelo Ministério dos Transportes neste momento. Além de financiar os custos com projeto executivo, a estatal vai bancar os gastos socioambientais e de desapropriação da obra, os quais estão estimados em R$ 3 bilhões.
Depois de reformular todo o edital do projeto, que passou por três tentativas frustradas de leilão, o governo mexeu nas regras de remuneração para atrair a iniciativa privada. Pelo novo modelo, a taxa de retorno do projeto como um todo foi calculada em 6,32%. Esse índice está próximo dos 6,46% estabelecidos para o leilão dos aeroportos e abaixo dos 8% definidos nas concessões de rodovias federais. A remuneração sobre o capital próprio investido pelos acionistas ficou em 11,7% anuais. O financiamento público do projeto, que é liderado pelo BNDES, atingirá cerca de R$ 22 bilhões. O contrato de concessão do TAV terá duração de 40 anos. Pelas regras já conhecidas, o tempo da viagem expressa (sem paradas intermediárias) entre Rio e São Paulo deverá ser de até 99 minutos.
Com o projeto executivo, o governo quer responder, de uma vez por todas, questões básicas, como o preço da obra e a demanda projetada. As estimativas para a construção do trem-bala variam de R$ 34 bilhões, valor defendido pelo governo até o ano passado, até mais de R$ 50 bilhões, conforme cálculos apresentados pelas empreiteiras interessadas em tocar as obras.
O levantamento técnico também vai sinalizar o potencial financeiro atrelado à exploração imobiliária ao longo dos 511 quilômetros do traçado. A intenção do governo é demonstrar para cada consórcio qual o valor estimado para o arrendamento da infraestrutura e, principalmente, qual é o potencial imobiliário do empreendimento. O modelo prevê que a exploração comercial das estações do trem-bala, como a oferta de hotéis, apartamentos e lojas, entre outros, fique nas mãos do consórcio de empreiteiras que construirá a infraestrutura do projeto.
O governo sinaliza que franceses (representados pela Alstom), alemães (Siemens), japoneses (Hitachi, Mitsubishi e Toshiba) e coreanos (Hyundai e Samsung) continuam interessados no empreendimento.
A retomada do trem-bala e a discussão de um cronograma mais preciso da obra deverá ser tema de uma reunião marcada para a próxima segunda-feira, entre os ministérios dos Transportes, Planejamento e Casa Civil. O TAV, que no mais recente balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi carimbado com obra em ritmo "adequado", foi idealizado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para rodar em 2014, ano da Copa do Mundo.
Se o cronograma atual não sofrer mais nenhuma mudança, tudo indica que, em 2014, ocorrerá o início das obras. Com prazo estimado de seis anos para ser concluído, o trem de alta velocidade estaria concluído em 2020.

Valor Econômico, André Borges, 06/jul


quarta-feira, 27 de junho de 2012


No Rio de Janeiro, um mar de investimento



O Rio de Janeiro está vivendo um momento de efervescência econômica. Os investimentos em infraestrutura urbana e de logística, e no parque industrial, anunciados no estado, alcançarão a soma de nada menos que R$ 181 bilhões no período 2011-2013. São investimentos públicos e privados, nacionais ou vindos do exterior. Se for levada em conta a pequena dimensão territorial do estado, apenas 43,7 mil km2, o Rio de Janeiro passa a ocupar a posição de maior concentrador de investimentos em todo o mundo, com uma média superior a R$ 4 milhões em aporte de recursos por km2.  A estimativa é da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que realizou um levantamento dos projetos de grande e médio porte, previstos para acontecer na região, cujo resultado foi divulgado no documento "Decisão Rio 2011-2013".
A entidade, que congrega 105 sindicatos industriais patronais de todo o estado, com um total de 9.250 empresas associadas, realiza anualmente uma pesquisa sobre as intenções de investimentos no estado do Rio de Janeiro com investidores privados e públicos, para um período prospectivo de três anos. O objetivo é reunir todas as informações em um único documento e apresentar as principais tendências aos tomadores de decisão do setor público e da iniciativa privada, configurando-se como um completo mapa de oportunidades. A última versão da pesquisa confirmou o volume de recursos surpreendente, revelando a nova face do Rio de Janeiro, como um estado com oportunidades gigantescas e diversificadas, no curto, médio e longo prazos.
Outro levantamento, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro, considera que até 2020, a região deverá receber R$ 213,8 bilhões em investimentos. Quase 80 obras e empreendimentos entre públicos e privados estão sendo acompanhados pela secretaria a partir de áreas como incentivos tributários, procura por terrenos e interlocução com outras esferas governamentais. Juntos, os projetos deverão gerar pelo menos 104 mil postos de trabalho, em diversas regiões fluminenses.
Cadeia do petróleo no topo
Pelos dados da secretaria, a  cadeia da exploração e produção de petróleo lidera o ranking de investimentos previstos no período (R$ 83 bilhões). Em seguida, vem logística, com R$ 41 bi; infraestrutura urbana, R$ 20,9 bi; siderurgia, R$ 20,1 bi; energia, R$ 14,8 bi; petroquímica, R$14,6 bi; indústria naval e náutica, R$ 9,5 bi; indústria de transformação, R$ 7,9 bi; serviços, R$ 1,3 bi; e telecomunicações, R$ 800 milhões. O levantamento da secretaria inclui projetos como o Comperj (R$ 14,6 bilhões), o Complexo do Porto do Açu (R$ 8,3 bi), Angra 3 (R$ 4 bi), a reurbanização da área portuária do Rio (R$ 3,5 bi), o Arco Metropolitano (R$ 1,2 bi) e a reforma do Maracanã (R$ 700 milhões).
A estimativa realizada pela Firjan também aponta a cadeia de produção do petróleo e gás como responsável pelo maior volume de recursos para investimentos. Dos R$ 181 bilhões previstos para o período 2011-2013, nada menos que R$ 107,9 bilhões seriam destinados a este setor. Outros R$ 36,3 bilhões iriam para investimentos em infraestrutura; R$ 29,5 bilhões seriam destinados à indústria de transformação; R$ 0,9 bilhão para o turismo e R$ 6,7 bilhões para vários outros setores.
O Leste fluminense é a região do estado que deve receber mais investimentos nos próximos dois anos, seguido pelo Norte, Sul e, por fim, o Município do Rio de Janeiro, que receberá 4,2% do total previsto.
Dentre os investimentos industriais, destacam-se o Comperj, maior obra em andamento no País, que teve seu projeto alterado para se transformar em uma grande refinaria; e os investimentos siderúrgicos da ordem de R$ 3,6 bilhões na construção da Siderúrgica da Ternium, dentro do Complexo Industrial do Porto do Açu, e na ampliação da planta da Gerdau, já existente no estado. Somam-se a esses a construção de dois estaleiros, um da Marinha Brasileira que futuramente será responsável pela construção do primeiro submarino nuclear brasileiro, e outro da OSX, voltado para a construção de plataformas e embarcações de apoio. Os dois estaleiros receberão, no período, R$ 6,2 bilhões.
Dos R$ 36,3 bilhões previstos para infraestrutura, quase a metade (R$ 16,7 bilhões) será destinada a investimentos em energia, que inclui projetos como a construção da Usina Nuclear de Angra 3, em construção, e uma usina termoelétrica a carvão, no Complexo Industrial do Porto do Açu, de 2.100 MW, bem como investimentos em energia renovável.
Nos setores de Transporte/Logística e de Desenvolvimento Urbano, destacam-se o Complexo Portuário do Açu, em construção no município de São João da Barra, no Norte Fluminense, que deve atrair investimentos de R$ 1,8 bilhão até 2013; dos quatro corredores de Bus Rapid Transit (BRT) na cidade do Rio de Janeiro (R$ 2,1 bilhões); e o projeto Porto Maravilha de revitalização da região portuária da capital (R$ 1,8 bilhão).
Entre os R$ 181 bilhões previstos para o período, cerca de R$ 11,5 bilhões serão relacionados aos Jogos Olímpicos, dos quais R$ 5,8 bilhões já foram detalhados pelos setores públicos e privados, incluindo hotéis, investimentos em infraestrutura e reforma/construção de aparelhos olímpicos.
A estimativa da Firjan não inclui vários empreendimentos que, apesar da sua importância, foram classificados apenas como potenciais.  Entre eles estão o projeto do trem de alta velocidade (TAV), ligando o Rio de Janeiro a São Paulo e Campinas, estimado em cerca de R$ 36 bilhões; a siderúrgica chinesa Wisco, de cerca de R$ 9 bilhões, que deverá se instalar no Complexo Industrial do Porto do Açu; e os demais investimentos previstos para o Complexo Industrial do Porto do Açu, como a usina termoelétrica movida a gás natural, de 3.300 MW.

Revista Grandes Construções - edição jan/fev


ADEMI realiza almoço-palestra sobre o Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha



Na tarde da última quinta-feira o presidente da ADEMI, José Conde Caldas, foi o anfitrião de um almoço-palestra com a Caixa Econômica Federal e os executivos do mercado imobiliário. Realizado na sede da ADEMI, o evento contou com a presença do gerente nacional da Caixa, Vitor Hugo dos Santos Pinto e seus assessores, que fizeram uma ampla exposição sobre o Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha, com destaque para os Cepacs - títulos mobiliários, regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que permitem a construção de edifícios mais altos do que os limites atuais permitidos pela legislação. O objetivo do encontro foi explicar o potencial de desenvolvimento da área e estabelecer um networking para futuras parcerias entre o poder público e privado.
As cotas do FII PM (Fundo de investimento imobiliário Porto Maravilha), administrado e gerido pela Caixa, foram arrematadas pelo valor de R$ 3,5 bilhões. O Fundo da Caixa agora passa a negociar os títulos dos Cepacs no mercado. Todo o valor arrecadado com as vendas será repassado à Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (CDURP) ao longo de 15 anos. O dinheiro será utilizado para custear toda a operação e a Parceria Público-Privada Porto Novo, responsável pelas obras e serviços da região.
O projeto, que já está em andamento, prevê a demolição de um trecho do Elevado da Perimetral (entre a Candelária e a Rodoviária), a construção de 4 km de túneis, reurbanização de 70 km de vias e reconstrução de 700 km de redes de infraestrutura urbana. A revitalização da região faz parte das preparações da cidade para sediar as Olimpíadas de 2016. "Serão cinco anos de obras que vão mudar a cara do centro do Rio. Em 2016, essa região estará completamente diferente do que ela é hoje", disse o Gerente Nacional da Caixa, Vitor Hugo. 
O FII PM tem tudo para se tornar o maior fundo de investimento do país. Segundo Vitor Hugo, já estão em andamento aproximadamente 23 oportunidades de negócios, o que envolve aproximadamente 40% dos Cepacs. Os interessados são investidores nacionais e internacionais - europeus, americanos e do Oriente Médio. Tanto o presidente da ADEMI quanto o gerente nacional da Caixa defendem a instalação de empreendimentos mistos na área, a exemplo de Beirute, Barcelona e Hamburgo - modelos bem sucedidos de revitalização com a integração de moradia, lazer e trabalho.
José Conde Caldas finalizou dizendo que o potencial observado no entorno da área do Porto Maravilha já está sendo alvo do olhar das construtoras, exaltando a melhoria na mobilidade urbana. "Bairros como São Cristovão já experimentam a valorização que essas mudanças de infraestrutura trarão para a área". "Consequentemente, os preços dos imóveis desses locais irão ser afetados também", completou. 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Previ quer 6% de seus recursos alocados em imóveis em 2012



A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (BB), tem como meta chegar ao fim do ano com 6% de seu portfólio investido em imóveis, segundo Marco Geovanne, diretor de Participações da instituição, para quem não há bolha imobiliária no País. Atualmente, investimentos imobiliários representam entre 4,5% e 5% da carteira da Previ. O alvo são prédios comerciais e shopping centers. "Percebemos que o mercado [imobiliário] cresceu muito, mas percebemos ainda demanda muito grande por espaço. Temos muitos prédios que alugamos e esses prédios têm procura bastante forte, principalmente no eixo Rio-São Paulo", afirmou Geovanne, discordando da existência de bolha no mercado de imóveis, após participar de conferência sobre governança corporativa, ontem, no Rio.

No mercado de ações, o planejamento de investimentos da Previ foca em três setores: petróleo e gás, consumo e infraestrutura. As participações em consumo estão concentradas no setor de shopping centers. "Queremos aproveitar o crescimento de renda do brasileiro, a queda do desemprego. Apesar de todo o cenário conturbado lá fora, há oportunidades na área de consumo", disse Geovanne, destacando galpões logísticos como um investimento complementar.
Neoenergia
A Previ não foi informada, por parte da Iberdrola, do interesse da companhia espanhola de vender sua participação na Neoenergia, afirmou Geovanne. A Previ integra o bloco de controle da Neoenergia ao lado da Iberdrola. "A Neoenergia é um ativo excelente. Não fomos informados de que eles [a Iberdrola] vão vender. Então, nem avalio se tenho que comprar ou não a participação deles", afirmou Geovanne.
No longo prazo, porém, a Previ terá que diminuir sua participação na Neoenergia, hoje em 49%. Pelas regras da Previc, os fundos não podem ter mais de 25% de participação em uma empresa.

DCI, 26/jun


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

ANTT iniciou projeto executivo do trem-bala

BRASÍLIA – A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já iniciou os primeiros levantamentos de informações que alimentarão o projeto executivo do trem de alta velocidade, previsto para ser implementado entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo o diretor-geral da agência, Bernardo Figueiredo, as ações tiveram início em janeiro e estão sob responsabilidade da ANTT. No futuro, o projeto executivo ficará sob responsabilidade da Etav, estatal que será criada para administrar o trem-bala em parceria com a iniciativa privada.

A estimativa é de que o projeto executivo do trem-bala consuma investimentos de R$ 540 milhões e que esse custo seja bancado integralmente pelo governo. Até o momento, as informações técnicas que o governo detém sobre o trem-bala estão limitadas a um projeto básico, um estudo mais simples, mas que será usado para que a agência promova o primeiro leilão para contratar o operador do sistema. A partir dessa escolha, será concluído o estudo executivo, documento de profundidade técnica que irá balizar a realização do segundo leilão em 2013, para escolher os construtores do projeto.

Paralelamente, a Etav vai injetar cerca de R$ 3 bilhões em custos s socioambientais e de desapropriação.

(André Borges | Valor)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

INVESTIMENTO DO FGTS - FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO.

Investimento do FGTS

O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a destinação de R$ 18 bilhões para projetos nas áreas de habitação, saneamento e infraestrutura urbana via fundos de investimento e recebíveis imobiliários. O FGTS exigirá uma rentabilidade mínima de 6% ao ano, mais 1% de taxa de risco do agente operador, para os projetos de saneamento e infraestrutura, que contarão com uma verba de R$ 3 bilhões cada, conforme a Resolução nº 681 do conselho curador. Na área de habitação, para a qual foram reservados R$ 12 bilhões, a taxa mínima anual será de 8%.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Edital do trem-bala deve ser publicado até 10 de março, diz ANTT

16/12/2011

Edital do trem-bala deve ser publicado até 10 de março, diz ANTT.

Segundo Bernardo Figueiredo, primeira licitação ocorreria até setembro.
Projeto prevê ligar Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.


O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, disse nesta sexta-feira (16) que o governo deve publicar o edital da licitação da primeira etapa do trem-bala, que prevê ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, até o dia 10 de março de 2012.

De acordo com ele, na próxima semana deve ocorrer uma reunião com ministro do comitê gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para aprovar o modelo da licitação, que já está fechado na ANTT.
A primeira etapa da licitação, que vai escolher a tecnologia do trem-bala e o operador do veículo, deve ocorrer seis meses depois da publicação do edital, em setembro de 2012. O modelo da licitação prevê uma segunda etapa, que vai definir as empresas que construirão a infraestrutura (linha) do trem-bala.
O novo modelo estabelecido pelo governo determinou a realização de duas concessões. A segunda será da empresa responsável pela infraestrutura do projeto. O custo do trem de alta velocidade (TAV) está estimado em pelo menos R$ 33,1 bilhões.

No início de novembro, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região havia autorizado a ANTT a dar seguimento aos preparativos para o leilão do trem-bala. No final de setembro, a Justiça Federal havia determinado à agência que suspendesse todos os procedimentos para o leilão até que fosse regularizado o sistema de transporte rodoviário interestadual de passageiros em todo o país – hoje as linhas são operadas em regime de permissão.

O desembargador federal João Batista Moreira, do TRF da 1ª Região, suspendeu a decisão de primeira instância atendendo a recursos da União, da ANTT e da Associação Brasileira de Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati).

Moreira rejeitou os argumentos da decisão de primeira instância de que o governo federal dá indevida prioridade ao projeto do trem-bala. Para o desembargador, a licitação do trem-bala não prejudica o andamento do leilão das linhas de ônibus interestaduais, que também está sendo preparado pela ANTT.

Fábio Amato
Do G1, em Brasília

sábado, 13 de agosto de 2011

EIKE DEVE FECHAR ACORDO COM PETROBRÁS PARA O SUPERPORTO DO AÇU


O empresário Eike Batista está perto de fechar um acordo com a Petrobras para o Superporto do Açu, no Rio de Janeiro.
A parceria vai viabilizar, definitivamente, a LLX, empresa de logística do grupo EBX, de Eike.
O Superporto de Açu está em construção desde 2007 e pretende ser o maior empreendimento porto-indústria da América Latina e um dos três maiores complexos portuários do mundo.

INFRAESTRUTURA PARA COPA DE 2014 ATRAI INVESTIDORES ESTRANGEIROS


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A proximidade da Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 2014, intensificou o número de consultas de investidores estrangeiros em busca de oportunidades de negócios na área de infraestrutura do País. E a previsão é que a partir de março do ano que vem, com o início das obras dos estádios, a procura aumente ainda mais.
 
Tatiana Campello Lopes, responsável pelo tema no escritório de advocacia Demarest & Almeida, informa que o volume de consultas de empresas estrangeiras e de filiais de multinacionais instaladas no Brasil vem em ritmo crescente nos últimos meses. “Tem consulta de todas as áreas. De indústria de cimento a hotelaria”, afirmou. Segundo ela, as dúvidas estão relacionadas aos marcos regulatórios do País, alternativas de financiamento e questões de propriedade intelectual.
Hoje cedo, um dos sócios do escritório embarcou para a Coréia do Sul com a missão de atualizar os possíveis investidores sobre o andamento dos preparativos para a Copa e mostrar também potenciais oportunidades.
Até março, no entanto, o principal foco dos setores público e privado vai continuar sendo os editais das obras dos estádios, pois este é o prazo limite dado pela Fifa ao comitê organizador.
Depois, as atenções estarão voltadas aos investimentos em infraestrutura. De acordo com a Associação Brasileira de Infraestrutra e Indústrias de Base (Abdib), nove áreas têm de receber investimentos para a realização da Copa. São elas: mobilidade urbana, portos, aeroportos, telecomunicações, saneamento básico, energia, segurança, saúde e turismo.
Ralph Terra, da Abdib, já viajou pelo menos duas vezes para cada uma das 18 cidades que vão sediar os jogos da Copa desde que elas foram anunciadas. A entidade, que reúne as principais construtoras do País, elaborou extenso relatório sobre as necessidades de cada uma das sedes. Já o entregou para o governo federal e comitê organizador e, desde outubro, começou a conversar com governadores e prefeitos das cidades escolhidas pela FIFA.
Para o executivo, boa parte dos investimentos apontados nos relatórios já estão no mapa das prioridades dos governos, pois dizem respeito às necessidades de cada local independentemente da realização da Copa. Falta agora criar condições atrativas para o investidor. “Já existe o interesse e tem tudo para crescer ainda mais. Mas se o projeto não for bom, a iniciativa privada não participa”, disse.