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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

BRAZIL HOSPITALITY GROUP

A BHG

A BHG – Brazilian Hospitality Group 
É a 3ª Companhia hoteleira no Brasil e não é apenas Administrador de hotéis, mas também investiu na construção de alguns destes, como vai ocorrer com o Golden Tulip Campos.  




A Brazilian Hospitality Group 

Possui 8.300 apartamentos funcionando, e tem o perfil de diminuir custos operacionais e investir na qualificação de seus funcionários, para prestar um atendimento de qualidade. 



É a única que possui 4 centrais de reservas, enquanto que todas as outras tem apenas uma, além de infraestrutura de atendimento online, otimizando e aumentando a captação de hóspedes. 



Outro elemento importante é a empresa trabalhar com a padronização da identidade visual de sua bandeira, facilitando a fidelização do turista, sobretudo o internacional, que chega à região e encontra uma rede que possui um serviço de qualidade.




A Empresa tem uma taxa de administração que varia entre 8 e 12%, a variação é determinada pela distribuição do lucro no pool. 


A curva de rentabilidade varia entre 0,6 e 1,4%.





O investidor, salvo datas especiais com forte potencial de hospedagem, tem direito a 25% de desconto na diária de hospedagem.




segunda-feira, 2 de julho de 2012

País avança de forma sustentável e será vanguarda em águas ultraprofundas, diz professor.

O tema será discutido por representantes da indústria petrolífera de 41 países, que estarão reunidos no Rio de Janeiro de hoje a sexta-feira.
2 de julho de 2012 - O Brasil e a Petrobras vêm avançando de forma sustentável e contínua no desenvolvimento de tecnologias que permitam a exploração e produção de petróleo e gás em águas cada vez mais profundas e certamente está na vanguarda da exploração de petróleo na área do pré-sal, disse o professor Segen Stefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).
O tema será discutido por representantes da indústria petrolífera de 41 países, que estarão reunidos no Rio de Janeiro de hoje a sexta-feira. A 31ª edição da International Conference on Ocean, Offshore and Arctic Engeneering (Omae 2012) terá como temas os oceanos, a exploração e produção de petróleo e gás nas áreas do pré-sal e o desenvolvimento das tecnologias offshore. O encontro ocorre no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca, e é considerado estratégico para as empresas com interesse no Brasil.
Segundo Stefen, o Brasil hoje é líder mundial no desenvolvimento das pesquisas para a exploração offshore e, com isso, tem atraído grandes empresas. Muitas estão, inclusive, estabelecendo aqui centros de pesquisa para trabalhar em assuntos ligados ao pré-sal e à exploração em águas profundas.
Apesar dos avanços já obtidos, ele admite que a atividade implica riscos e que acidentes de percurso ainda poderão ocorrer. "É óbvio que na medida em que avançamos em direção a fronteiras do conhecimento, INDcada vez em situações mais críticas, mais difíceis, se faz necessário responder a isso com maior conhecimento, engenharia e tecnologia. E é isso que estamos fazendo", disse Stefen.
Para ele, no entanto, "é necessário lembrar que o homem, para chegar à lua, sofreu fracassos ao longo do caminho. No caso do desafio em águas profundas, há um paralelo semelhante: vamos ter acidentes de percurso, dificuldades pelo caminho. Mas essa é uma grande fronteira que o Brasil pode liderar de forma a atuar como protagonista no processo".
O especialista em petróleo da UFRJ entende, porém, que tanto o país quanto a Petrobras estão preparados para o desafio. "Digo mais: não há nenhuma outra empresa mais preparada do que a Petrobras para esse desafio. Agora, é óbvio que temos que buscar a excelência, a melhoria das técnicas. É uma busca contínua e ouso dizer que a Petrobras acumulou bagagem e tem um nível alto de recursos humanos em seu corpo funcional que a credencia para levar adiante essa empreitada com sucesso".          
O evento terá mais de 700 apresentações e aproximadamente mil participantes. Serão 12 simpósios com os temas tecnologia offshore; estruturas, segurança e confiabilidade; tecnologia de materiais; pipelines e risers; utilização do espaço oceânico; engenharia oceânica; ciências e tecnologias polares; simulação computacional para dinâmica dos fluidos; energias renováveis dos oceanos; geotecnia offshore; tecnologia do petróleo.
Também será realizado durante o evento o simpósio em homenagem ao professor Ronald Yeung (hidrodinâmica de navios e estruturas offshore), e o workshop on Pre-Salt Technologies: Challenges and Opportunities, promovido pela Petrobras e pela Coppe/UFRJ.
(Agência Brasil)

Leia Mais: http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-saneamento-meio-ambiente/75332-Pas-avana-forma-sustentvel-ser-vanguarda-guas-ultraprofundas-diz-professor.html#ixzz1zTMUpE6V


quarta-feira, 27 de junho de 2012

ADEMI realiza almoço-palestra sobre o Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha



Na tarde da última quinta-feira o presidente da ADEMI, José Conde Caldas, foi o anfitrião de um almoço-palestra com a Caixa Econômica Federal e os executivos do mercado imobiliário. Realizado na sede da ADEMI, o evento contou com a presença do gerente nacional da Caixa, Vitor Hugo dos Santos Pinto e seus assessores, que fizeram uma ampla exposição sobre o Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha, com destaque para os Cepacs - títulos mobiliários, regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que permitem a construção de edifícios mais altos do que os limites atuais permitidos pela legislação. O objetivo do encontro foi explicar o potencial de desenvolvimento da área e estabelecer um networking para futuras parcerias entre o poder público e privado.
As cotas do FII PM (Fundo de investimento imobiliário Porto Maravilha), administrado e gerido pela Caixa, foram arrematadas pelo valor de R$ 3,5 bilhões. O Fundo da Caixa agora passa a negociar os títulos dos Cepacs no mercado. Todo o valor arrecadado com as vendas será repassado à Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (CDURP) ao longo de 15 anos. O dinheiro será utilizado para custear toda a operação e a Parceria Público-Privada Porto Novo, responsável pelas obras e serviços da região.
O projeto, que já está em andamento, prevê a demolição de um trecho do Elevado da Perimetral (entre a Candelária e a Rodoviária), a construção de 4 km de túneis, reurbanização de 70 km de vias e reconstrução de 700 km de redes de infraestrutura urbana. A revitalização da região faz parte das preparações da cidade para sediar as Olimpíadas de 2016. "Serão cinco anos de obras que vão mudar a cara do centro do Rio. Em 2016, essa região estará completamente diferente do que ela é hoje", disse o Gerente Nacional da Caixa, Vitor Hugo. 
O FII PM tem tudo para se tornar o maior fundo de investimento do país. Segundo Vitor Hugo, já estão em andamento aproximadamente 23 oportunidades de negócios, o que envolve aproximadamente 40% dos Cepacs. Os interessados são investidores nacionais e internacionais - europeus, americanos e do Oriente Médio. Tanto o presidente da ADEMI quanto o gerente nacional da Caixa defendem a instalação de empreendimentos mistos na área, a exemplo de Beirute, Barcelona e Hamburgo - modelos bem sucedidos de revitalização com a integração de moradia, lazer e trabalho.
José Conde Caldas finalizou dizendo que o potencial observado no entorno da área do Porto Maravilha já está sendo alvo do olhar das construtoras, exaltando a melhoria na mobilidade urbana. "Bairros como São Cristovão já experimentam a valorização que essas mudanças de infraestrutura trarão para a área". "Consequentemente, os preços dos imóveis desses locais irão ser afetados também", completou. 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Varejo só espera reação mais nítida no 2º semestre


Varejo só espera  reação mais nítida no 2º semestre
Mesmo sem as medidas anunciadas ontem no final da tarde pelo governo para reativar a economia, o clima em algumas das maiores empresas brasileiras ligadas ao consumo interno já era de otimismo, embora sem abranger o primeiro semestre. Até o final de junho, os números ainda não serão favoráveis, mas daí em diante a recuperação vai se dar com linhas progressivamente mais nítidas, segundo executivos da Lojas Americanas, B2W, Renner e AmBev. Eles descartam a possibilidade de adiamento de projetos ligados à expansão das companhias, tanto os de aumento de capacidade ou no número de lojas, quanto os relativos aos seus sistemas logísticos