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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Zona Sul 'fecha' para obras do Metrô em julho



A expansão da Linha 4 do Metrô, ligando Ipanema à Barra da Tijuca, vai começar no mês que vem, com quatro meses de atraso. A licença de instalação dos canteiros de obra foi concedida nesta segunda-feira, por unanimidade, pelo Conselho Diretor do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

Na região, serão construídas quatro novas estações (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental e Gávea) e um túnel subterrâneo da Gávea à Praça General Osório. A previsão é de que as obras sejam iniciadas após autorização da prefeitura para a instalação dos canteiros e as interdições de ruas e praças na região.
De acordo com o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a presidente do Inea, Marilene Ramos, a autorização do instituto foi concedida com uma série de restrições, como a proibição de lojas nas novas estações.
"Foi um pedido dos lojistas para que não haja concorrência com o comércio local", disse Minc. O conselho acatou outras sugestões dos moradores. O número de árvores a serem retiradas da Praça Nossa Senhora da Paz e transplantadas foi reduzido quase pela metade, passando de 150 para 77.
A concessionária responsável pela obra, a Rio Barra, será obrigada ainda a replantar 400 mudas de árvores no bairro, além de instalar bicicletários em todas as novas estações do metrô.
Os acessos à estação Nossa Senhora da Paz - que serão subterrâneos -, em Ipanema, serão construídos do lado de fora da grade que cerca a praça, nas calçadas das ruas Visconde de Pirajá e Barão da Torre. O usuário do metrô não precisará entrar ou cruzar a praça para acessar o metrô. A Linha 4 deverá ser concluída em dezembro de 2015, mas só estará funcionando plenamente no início do ano seguinte.
Futura estação da Gávea deverá ter dois pavimentos
Para garantir a futura construção da extensão do metrô no trecho Humaitá-Jardim Botânico-Gávea, o conselho do Inea estabeleceu na atual licença que a estação da Gávea deverá ter dois pavimentos.O projeto de construção dessa estação, que previa só um pavimento, deverá ser apresentado para análise do Inea dentro de seis meses.
Além disso, para evitar impacto sobre o Jardim Botânico, a licença estabeleceu que a futura linha neste trecho tenha novo itinerário. "O metrô não vai passar mais por trás do Parque Lage nem por cima da Rua Jardim Botânico, porque isso afetaria os lençóis freáticos", disse Minc.
Devido às mudanças, a concessionária Rio-Barra terá seis meses para apresentar novo projeto executivo, pelo qual o metrô vai passar na frente do Parque Lage e por túnel embaixo da Rua Jardim Botânico.
Praças de Ipanema e Leblon serão fechadas ao público para trabalhos
As praças Antero de Quental, no Leblon; Nossa Senhora da Paz, em Ipanema; e o Jardim de Alah, entre os dois bairros, serão fechadas ao público para escavações. A PUC-Rio ficará sem estacionamento durante construção da Estação da Gávea. Projeto de expansão da Linha 4 deverá ligar essa estação ao Centro, perto do Largo da Carioca, passando pelos bairros de Jardim Botânico, Humaitá e Laranjeiras.
Pelo traçado antigo, um túnel seria construído pelo maciço rochoso até Botafogo. Agora, será usado equipamento para perfurar a terra por baixo da Rua Jardim Botânico, como no trecho de Ipanema e Leblon. A licitação será aberta em dezembro, com 18 meses para conclusão. Outro estudo prevê a expansão do Jardim Oceânico até o Trevo das Palmeiras, na Barra.

O Dia, Maria Luisa Barros, 26/jun


terça-feira, 26 de junho de 2012

Inea aprova licença para metrô na Zona Sul



Órgão, porém, determina mudança nos acessos, criação de bicicletários e redução no número de árvores transplantadas
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, apresentaram na tarde desta segunda-feira a licença de instalação (LI) para as obras de expansão do metrô na Zona Sul. A LI foi aprovada com uma série de restrições, entre elas a redução do número de árvores a serem derrubadas (de 113 para 77), e a ainda a obrigação de que 400 sejam plantadas na região. Outra medida adotada pelo Conselho Diretor do Inea foi a proibição de novos estabelecimentos comerciais, uma das reivindicações da população. Também está prevista a instalação de bicicletários em todas as estações.
- Estão vedados os estabelecimentos comerciais para que não haja competição com o comércio local - disse Minc, que acrescentou que os acessos à estação na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, não serão por dentro da praça.
Além da preservação ambiental, o consórcio responsável pela obra terá que se comprometer em manter o aspecto recreativo da praça, que será restaurada.
Outra modificação estabelecida pela LI é com relação ao traçado do futuro itinerário Humaitá-Jardim Botânico-Gávea:
- O metrô não vai passar mais por trás do Parque Lage, nem por cima da Rua Jardim Botânico porque isso afetaria os lençóis freáticos. O que ficou acertado é que, daqui a seis meses, a Concessionária Rio-Barra vai apresentar um novo projeto executivo, pelo qual o metrô vai passar pela frente do Parque Lage e por baixo da Rua Jardim Botânico - disse o secretário Minc.
Apesar das restrições anunciadas pela Secretaria do Ambiente, a coordenadora da ONG Projeto de Segurança de Ipanema, Ignez Barreto, afirma que o projeto ainda vai degradar a Praça Nossa Senhora da Paz e afetar o lazer no local.
- Mesmo que os acessos fiquem no entorno, serão cerca de 40 mil pessoas por dia circulando na praça. As praças do Rio de Janeiro estão acabando por causa disso: elas deixaram de ser praças e se viram lugar de trânsito de pedestres - disse Ignez, que defende que as saídas sejam na Rua Visconde de Pirajá, entre as Ruas Maria Quitéria e a Garcia d'Ávila.
Já para o presidente da Associação de Moradores de Ipanema, Carlos Monjardim, as contrapartidas impostas pela Secretaria e pelo Inea vão beneficiar a população.
- Não podemos ser contra o progresso. A obra já está decidida e aprovada. O que cabe às associações é tentar minimizar os transtornos. Tivemos uma reunião com o subsecretário da Casa Civil, Rodrigo Vieira, há duas semanas e tivemos essa garantia da redução do número de árvores retiradas e também a avaliação da possibilidade de indenização, por parte do consórcio, para os comerciantes que tiverem queda no faturamento no período das obras.
Carlos acrescentou que a Associação Comercial de Ipanema propôs a utilização dos tapumes das obras como publicidade para os comerciantes locais.
- Vamos iniciar um estudo com a prefeitura e com o Governo do estado para que esses tapumes beneficiem os próprios comerciantes. Também vamos avaliar de maneira muito criteriosa a queda de faturamento por causa das obras.
Acesso para o metrô na Lagoa ainda não foi oficialmente apresentado
Segundo o chefe de serviço do Inea, Maurício Couto, a possibilidade de haver uma saída de ventilação do metrô para a Lagoa ainda não foi apresentada oficialmente ao instituto.
- A RioTrilhos ainda não tem nada oficial sobre essa proposta. Mas, havendo esse acesso, ele poderá ser uma área de serviço do metrô ou entrada de passageiros.

O Globo, 26/jun


quarta-feira, 13 de junho de 2012

TIJUCA Rua Henrique Fleuss




TIJUCA
Rua Henrique Fleiuss
Sala, 2 quartos, dependências completas,  2 vagas.
Apartamento totalmente modernizado com 83 m².
Armários embutidos nos quartos.
Cozinha planejada e banheiros impecáveis.
Piso da sala e quartos em durafloor.
Apartamento reformadíssimo, todo o material utilizado de  excelente qualidade.
Entrar morar.
Segurança, bem estar e conforto.
Próximo ao metrô, comércio e escolas.
Excelente opção de moradia.
Rua tranquila, clima de montanha.
Segurança particular na rua.
Condomínio R$ 478,00
IPTU R$ 519,00













terça-feira, 22 de maio de 2012

Varejo só espera reação mais nítida no 2º semestre


Varejo só espera  reação mais nítida no 2º semestre
Mesmo sem as medidas anunciadas ontem no final da tarde pelo governo para reativar a economia, o clima em algumas das maiores empresas brasileiras ligadas ao consumo interno já era de otimismo, embora sem abranger o primeiro semestre. Até o final de junho, os números ainda não serão favoráveis, mas daí em diante a recuperação vai se dar com linhas progressivamente mais nítidas, segundo executivos da Lojas Americanas, B2W, Renner e AmBev. Eles descartam a possibilidade de adiamento de projetos ligados à expansão das companhias, tanto os de aumento de capacidade ou no número de lojas, quanto os relativos aos seus sistemas logísticos