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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

BRAZIL HOSPITALITY GROUP

A BHG

A BHG – Brazilian Hospitality Group 
É a 3ª Companhia hoteleira no Brasil e não é apenas Administrador de hotéis, mas também investiu na construção de alguns destes, como vai ocorrer com o Golden Tulip Campos.  




A Brazilian Hospitality Group 

Possui 8.300 apartamentos funcionando, e tem o perfil de diminuir custos operacionais e investir na qualificação de seus funcionários, para prestar um atendimento de qualidade. 



É a única que possui 4 centrais de reservas, enquanto que todas as outras tem apenas uma, além de infraestrutura de atendimento online, otimizando e aumentando a captação de hóspedes. 



Outro elemento importante é a empresa trabalhar com a padronização da identidade visual de sua bandeira, facilitando a fidelização do turista, sobretudo o internacional, que chega à região e encontra uma rede que possui um serviço de qualidade.




A Empresa tem uma taxa de administração que varia entre 8 e 12%, a variação é determinada pela distribuição do lucro no pool. 


A curva de rentabilidade varia entre 0,6 e 1,4%.





O investidor, salvo datas especiais com forte potencial de hospedagem, tem direito a 25% de desconto na diária de hospedagem.




domingo, 1 de julho de 2012

Hipótese de bolha imobiliária no País é descartada pelo setor



A hipótese de uma bolha imobiliária no Brasil foi descartada ontem por executivos de incorporadoras, fundos de investimento e bancos, na capital paulista, em evento para debater as oportunidades e os riscos do setor. As opiniões dos representantes do mercado vão na contramão do alerta feito nesta semana pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), que apontou distorções no mercado brasileiro causadas pelo forte ciclo de alta no preço dos imóveis.
Na avaliação do diretor-executivo da gestora de recursos GP Investments, Antônio Ferreira, o Brasil não tem características que sinalizem a formação de uma bolha. Ferreira observa que a maioria dos negócios com imóveis no País é realizada por pessoas que buscam moradia, não ganhos com aluguel ou revenda, que favorecem a especulação, como ocorreu na bolha dos Estados Unidos. Além disso, os financiamentos nos bancos privados brasileiros representam cerca de 55% do valor dos imóveis, o que indica um nível de endividamento moderado das famílias ante os EUA, onde esse valor chegava a 110%, comparou, durante encontro realizado pelo Centro de Tecnologia de Edificações (CTE) nesta manhã, em São Paulo.
O diretor da GP também acredita que a escalada do preço dos imóveis está fundamentada na ampliação do total de consumidores capazes de adquirir uma casa própria nos últimos anos, beneficiados pela melhora da renda e da oferta de crédito. "O preço subiu, mas tem fundamento na demanda", afirmou Ferreira. Na avaliação do diretor de Relações com Investidores da incorporadora Eztec, Emílio Fugazza, a escalada dos preços também está relacionada ao aumento dos custos para construção das habitações. "O preço subiu, mas as margens de lucro das empresas de construção caíram", disse, atribuindo o cenário à alta dos custos com mão de obra e terrenos.
Tendência
A tendência é que o mercado imobiliário continuará em expansão e que o apetite dos bancos pelo crédito habitacional seguirá crescente, na opinião do gerente-geral de crédito imobiliário do Banco do Brasil em São Paulo, Francisco Martinez. Segundo ele, o crédito imobiliário deve atingir o montante de R$ 1,3 trilhão até 2020 no País, o que significa sair de uma fatia equivalente a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) atualmente para 16% nos próximos oito anos, patamar semelhante ao já verificado em países como Chile e México. O executivo lembra que o Brasil tem um déficit de 7 milhões de moradias, verificado principalmente entre as classes de renda média e baixa, o que caracteriza a demanda reprimida. "O sonho da casa própria continua em primeiro lugar na mente dos brasileiros", disse.

DCI, 28/jun


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Rio desafia São Paulo como centro de negócios brasileiro



Procurando fazer sua primeira expansão fora dos EUA, a Edge Direct decidiu em novembro iniciar uma bolsa de valores eletrônica visando o mercado de capital em rápido crescimento no país. Mas, em vez de abrir em São Paulo, capital de negócios brasileira que sedia a BM & FBovespa, a Edge Direct vai se estabelecer no Rio de Janeiro. A indústria da cidade em expansão de ativos foi um fator chave na decisão, assim como o fato de que a Comissão de Valores Mobiliários, órgão regulador de valores mobiliários brasileiro, tem sede na capital carioca, diz Anthony Barchetto, chefe de estratégia no Jersey City. Barchetto também elogiou o trabalho da prefeitura, que está muito empenhada em trazer um bom intercâmbio de volta ao Rio. "Para nós essa é uma das principais razões que optaram pelo Rio de Janeiro. Esse apoio político é muito benéfico, especialmente quando temos de falar aos funcionários da CVM", disse. 



Institutional Investor website

Expo Rio Mobile



A Expo Rio Mobile, feira dos setores moveleiro, hoteleiro e de decoração, em agosto, espera R$ 40 milhões em negócios. É alta de 25% sobre 2011. A mostra Morar Mais por Menos terá espaço. 


O Globo, Negócios & cia, 26/jun

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Porto Maravilha abre oportunidades

25/11/2011 - Porto Maravilha abre oportunidades

Porto Maravilha abre oportunidades

Uma nova área que pode começar a frear a aceleração dos valores que estão sendo cobrados pelo aluguel corporativo no Centro do Rio é a região do Porto Maravilha. Apesar de ainda não estar definido o preço a ser cobrado pelos Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac), que vão permitir que uma empresa aumente o gabarito de um prédio, já há empresas apostando na construção na área. "O Porto Maravilha vai criar quatro milhões de metros quadrados, a maioria de prédios novos", conta Ignacio Robles, diretor da Office International Realty.

Robles já está desenvolvendo na área um projeto de 100 mil metros quadrados que terá duas torres, uma com hotel e outra de escritórios na região. "Imaginamos que os Cepacs vão custar em torno de R$ 1 mil", conta. Segundo ele, o investimento beira a casa do bilhão. O diretor acredita na região e diz que várias empresas já estão desenhando projetos.

"Mesmo sem o valor exato dos Cepacs, o investimento inicial está sendo feito: em compra de imóveis, pagamento de advogados e de arquitetos. Ninguém gasta dinheiro com isso, se não acreditasse na rentabilidade do negócio", conclui.

Outra empresa que também já está apostando na área é a Tishman Speyer. No entanto, a construtora fugiu da incerteza dos Cepacs. Comprou um terreno na região do porto, porém no limite do chamado Porto Maravilha.

O terreno, que pertencia ao Moinho Marilu, fica no fim da Avenida Brasil, ao lado do prédio onde funcionou o Jornal do Brasil e hoje está sendo instalado o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).

A construção original foi implodida. O novo prédio também será corporativo, com 32 mil metros quadrados de escritórios, com lajes de 1.700. A empresa está investindo R$ 250 milhões no empreendimento. "A Francisco Bicalho será o novo centro financeiro do Rio de um lado. E do outro estão planejados áreas de lazer e serviços, além outras instalações corporativas", conta Daniel Cherman, presidente da Tishman.

Cherman conta que nem todos os terrenos já foram negociados, como, por exemplo, o gasômetro que pertence a CEG. "Há muitas oportunidades na região portuária e estamos estudando novos negócios. Seu desenvolvimento é irreversível".

Fonte:Valor Econômico, 25/11/2011