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domingo, 20 de janeiro de 2013

Alfa Corporate - Lojas e Salas Comerciais - São Cristóvão


FACHADA


FACHADA NOTURNA


ACESSO_PORT-COCHERE


LOBBY


SALA DE REUNIÃO


SALA DE CONFERÊNCIA


AUDITÓRIO


TERRAÇO


SALA PADRÃO


JUNÇÃO DE DUAS SALAS PADRÃO



PLANTA DA JUNÇÃO DE DUAS SALAS PADRÃO


SUGESTÃO DE SALA-ATELIER DE MODA

                                       

PLANTA DE SALA-CONSULTÓRIO DE PEDIATRIA


SUGESTÃO DE SALA-CONSULTÓRIO DENTÁRIO


PLANTA DE SALA-ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA



PLANTA DE JUNÇÃO DE SALAS 199 M²


PLANTA DE JUNÇÃO DE SALAS 218 M²


PLANTA DE JUNÇÃO DE SALAS 338 M²


PLANTA DE JUNÇÃO DE SALAS 780 M²


PLANTA DE JUNÇÃO DE SALAS 1.704 M²


Alfa Corporate - Salas e espaços corporativos em São Cristovão. 

Salas com área entre 24 e 36m²; 

Com possibilidade de junção de uma ou mais salas.

Espaços corporativos de 157 a 1700 m². 

Lobby com 10 metros de pé direito.

Contará 8 elevadores e com direito a uso de vaga.

Área comum localizada no terraço, com vista panorâmica. 

Localizada próximo à futura área do Porto Maravilha.

Localizada próximo à Estação da Leopoldina, 

Futura Estação do Trem Bala: Rio x Campinas x São Paulo.

Localizada próximo ao Terminal Intermodal de Metrô, Ônibus e Trem 

Localizada próximo ao Centro da Cidade.

Contará com facilidade de acesso a diversos pontos da Cidade. 







segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ALFA CORPORATE

Empreendimento ainda possui 15% de unidades à venda.
Localizado em bairro com constante elevação de preços, tanto de venda como de locação.
A poucos minutos do Maracanã, do Porto Maravilha, da futura Vila de Mídia da Copa.
próximo à Estação Leopoldina, onde será a base de chegada do Trem Bala. 
Empreendimento localizado a poucos instantes da estação multimodal. 

Galeria de Lojas; Restaurante; Lobby; Sala de Reunião; Coffee Shop; Auditório; Spa; Fitness.
Lojas e Salas Comerciais; 24 - 36m² (salas); 157 - 1700m² (corporativos);Direito a uso de vagaPossui preço médio de 10.000/m², unidades na faixa de 300 mil reais, com sinal de 10%.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Traços modernos alteram a paisagem no Centro


Setor imobiliário investe na região e estimula acordos de locação antes da conclusão das obras
Quem anda pelas ruas principais do Centro se depara com um fenômeno cada vez mais perceptível: edifícios antigos e tradicionais dividem a atenção com os prédios de arquitetura moderna, que parecem surgir da noite para o dia, alterando a paisagem.
O contraste acontece devido ao investimento em novos empreendimentos capitaneados por construtoras de olho em empresas e profissionais liberais atraídos pelo progresso da Zona Portuária e também pelo mercado da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), entre 2007 e 2009, não há em seus registros qualquer lançamento de imóveis comercial na região. No ano passado, foi lançado um prédio com 86 unidades. E até o fim deste ano, dois novos empreendimentos serão lançados pela incorporadora Even: um em setembro, na Rua dos Inválidos; e outro, até dezembro, na Rua do Riachuelo.
O presidente da Ademi, José Conde Caldas, ressalta ainda que empresários buscam, majoritariamente, um pavimento inteiro para implantar seus escritórios. Além disso, ele diz que a demanda fez o preço do aluguel praticamente dobrar nos últimos três anos. Hoje, o metro quadrado na região custa entre R$ 170 e R$ 180.
- Também surgiu, no último ano, a antecipação de contratos. As empresas já fecham acordo de locação um ano antes da entrega do escritório - conta Caldas.
Sustentabilidade está na pauta das construtoras
Sentindo a necessidade de se adaptarem às novas exigências sustentáveis e também investir em tecnologias para reaproveitar edifícios antigos - já que faltam terrenos novos, sobretudo na Avenida Rio Branco, uma das mais disputadas -, as construtoras trazem para o Rio tecnologias que permitem maior economia de energia elétrica e reaproveitamento de recursos naturais.
A exemplo do Porto Brasilis, entregue recentemente pela Fibra Experts. Erguido na esquina da Rua São Bento com Avenida Rio Branco, o prédio é o primeiro empreendimento comercial do Porto do Rio a ficar pronto. Com uma película termoacústica chamada lowe, o vidro que cobre toda a sua fachada permite que a luz - mas não o calor - passe para o interior, permitindo, assim, a redução do uso do ar-condicionado.
O Porto do Rio é ainda o segundo "triplo A" - prédio com pavimentos de mais de mil metros quadrados e muitas vagas de garagem - da cidade a receber o selo Leed na categoria Gold, do Green Building Council Brasil. Isso atesta o seu comprometimento com sustentabilidade antes, durante e depois da execução da obra. O edifício também tem sistema de tratamento e reaproveitamento da água de chuva. No quesito energia, é feito o controle automático da iluminação tanto nas áreas privativas quanto nas comuns.
A menos de cinco quilômetros dali, na Rua Francisco Eugênio, a construtora Concal lançou o Alfa Corporate, previsto para ser concluído em julho de 2014. Com projeto assinado pelo arquiteto Sérgio Caldas, o Alfa já tem 430 de suas 512 unidades vendidas. Há opções de unificação de 157 a 1.700 metros quadrados. Caldas, que também é presidente da empresa, adianta que no prédio haverá coleta seletiva de lixo nas áreas comuns e reúso de água de chuva.
Fábio Terepins, diretor de Incorporação da Even, diz que os dois prédios previstos serão feitos com madeira e outros materiais certificados, além de telhados verdes.


O Globo, 27/jul


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Olimpíadas: 'Cariocas vão ter que mudar'

Sede da Olimpíada de 1992, Barcelona, na Espanha, é inspiração para o Rio em métodos de preparação da cidade para o grande evento de 2016. Os passos estão sendo seguidos, com grandes obras de mobilidade e revitalização. Mas, para a presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos Marques, uma diferença entre os dois locais pode tornar a organização do megaevento aqui tarefa árdua: a educação dos cariocas nas ruas.

Antes dos Jogos de Barcelona, voluntários se empenharam na conservação dos lugares por onde passariam os turistas durante o evento, preservação das obras e boa recepção dos visitantes. "Foi uma grande mobilização popular", destacou o ex-prefeito de Barcelona, Pasqual Maragall, que estava à frente da cidade espanhola durante a Olimpíada.

Ontem, no segundo seminário Conexão Rio-Barcelona, que reuniu o ex-prefeito catalão e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, Maria Silvia defendeu que trabalhar a conscientização popular no Rio é um grande desafio, principalmente para conservação e limpeza da cidade.

"Em Barcelona, não havia mazelas, como a preocupação com segurança e favelas. O nível de educação da população de lá é maior do que o nosso", apontou Maria Silvia. Ela disse ainda que é preciso mudar radicalmente a atitude da população. "Não temos nem coleta seletiva. O ponto principal é o engajamento da população. Não adianta as pessoas acharem que a responsabilidade pela sujeira das ruas é só do poder público. Tem que mudar", destacou ela.

Primeira fase das obras está pronta

A primeira fase das obras de revitalização da Zona Portuária será inaugurada na manhã de domingo, com direito a exposição multimídia de todo o acervo histórico encontrado nas ruas durante as obras. O centro 'Meu Porto Novo' ficará em frente ao Cais do Valongo, na R. Barão de Tefé, uma das vias repaginadas.

Ao todo, 27 ruas serão entregues com reformas nas tubulações de água, gás e esgoto, que passam a ser subterrâneas, e com reservatórios de lixo no subsolo com capacidade para 3 mil litros. A grande novidade das obras, a macrodrenagem, que amplia em 11 vezes as galerias pluviais, já foi implementada nas novas vias e promete acabar de vez com alagamentos da região.

O Dia, 27/jun

 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Aberta a 1ª galeria do Túnel da Saúde na Zona Portuária


Nesta segunda-feira, o prefeito Eduardo Paes acionou a detonação para abertura da primeira galeria do Túnel da Saúde, que faz parte da Binário do Porto, via que fará a distribuição do tráfego no entorno do Centro e entre os bairros da Zona Portuária.
- Aqui começamos a materializar o sonho que permitirá que o elevado da Perimetral possa ser demolido. A Via Binário permitirá um maior fluxo de veículos nessa região. Esse é um projeto que não custa nada para a Prefeitura. É fruto de uma parceria público-privada. Todos os recursos são provenientes da valorização imobiliária - disse o prefeito.
Em nove meses de obra, o Túnel da Saúde, que terá três faixas de rolamento de ida, três de volta e também servirá de passagem para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), chegou a 20% das escavações. Com previsão de conclusão em junho de 2013, o túnel, de 70 metros, terá 3,5 Km de extensão e será paralela à Avenida Rodrigues Alves.
Com as obras realizadas pela Concessionária Porto Novo, a Via Binário do Porto terá capacidade de transportar 4.500 veículos por hora em horários de pico. Quando o novo sistema for concluído, este conjunto de ruas vai elevar a capacidade de tráfego de 7.600 para 10.500 veículos por hora em momentos de pico no trânsito. No conjunto, as vias Binário do Porto e Expressa (ampliação da Avenida Rodrigues Alves e construção de um túnel de 1.540 metros quadrados) vão elevar o número de faixas de rolamento de oito para 12, o que representa 50% de acréscimo em pistas.
Além do Túnel da Saúde, o Túnel do Binário (1.480 metros) também integra o complexo da Via Binário do Porto. Começa na Rua Primeiro de Março, passa sob o Morro de São Bento e a Praça Mauá até desembocar na Rua Antônio Laje, próximo ao Moinho Fluminense. Deste ponto, segue em nível pela antiga Via Trilhos.
Responsáveis pela conexão entre a Via Binário do Porto, Ponte Rio-Niterói e Linha Vermelha, as alças que farão a ligação da Via Binário do Porto ao Viaduto do Gasômetro estão em andamento desde o mês de abril. As intervenções - que ainda prevêem 17 quilômetros em ciclovias mais 30 quilômetros de VLT - têm papel fundamental na melhora do trânsito na área. Sua conclusão, no início de 2013, torna possível iniciar a demolição do Elevado da Perimetral em abril.

Monitor Mercantil, 26/jun



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Porto Maravilha abre oportunidades

25/11/2011 - Porto Maravilha abre oportunidades

Porto Maravilha abre oportunidades

Uma nova área que pode começar a frear a aceleração dos valores que estão sendo cobrados pelo aluguel corporativo no Centro do Rio é a região do Porto Maravilha. Apesar de ainda não estar definido o preço a ser cobrado pelos Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac), que vão permitir que uma empresa aumente o gabarito de um prédio, já há empresas apostando na construção na área. "O Porto Maravilha vai criar quatro milhões de metros quadrados, a maioria de prédios novos", conta Ignacio Robles, diretor da Office International Realty.

Robles já está desenvolvendo na área um projeto de 100 mil metros quadrados que terá duas torres, uma com hotel e outra de escritórios na região. "Imaginamos que os Cepacs vão custar em torno de R$ 1 mil", conta. Segundo ele, o investimento beira a casa do bilhão. O diretor acredita na região e diz que várias empresas já estão desenhando projetos.

"Mesmo sem o valor exato dos Cepacs, o investimento inicial está sendo feito: em compra de imóveis, pagamento de advogados e de arquitetos. Ninguém gasta dinheiro com isso, se não acreditasse na rentabilidade do negócio", conclui.

Outra empresa que também já está apostando na área é a Tishman Speyer. No entanto, a construtora fugiu da incerteza dos Cepacs. Comprou um terreno na região do porto, porém no limite do chamado Porto Maravilha.

O terreno, que pertencia ao Moinho Marilu, fica no fim da Avenida Brasil, ao lado do prédio onde funcionou o Jornal do Brasil e hoje está sendo instalado o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).

A construção original foi implodida. O novo prédio também será corporativo, com 32 mil metros quadrados de escritórios, com lajes de 1.700. A empresa está investindo R$ 250 milhões no empreendimento. "A Francisco Bicalho será o novo centro financeiro do Rio de um lado. E do outro estão planejados áreas de lazer e serviços, além outras instalações corporativas", conta Daniel Cherman, presidente da Tishman.

Cherman conta que nem todos os terrenos já foram negociados, como, por exemplo, o gasômetro que pertence a CEG. "Há muitas oportunidades na região portuária e estamos estudando novos negócios. Seu desenvolvimento é irreversível".

Fonte:Valor Econômico, 25/11/2011