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segunda-feira, 2 de julho de 2012

País avança de forma sustentável e será vanguarda em águas ultraprofundas, diz professor.

O tema será discutido por representantes da indústria petrolífera de 41 países, que estarão reunidos no Rio de Janeiro de hoje a sexta-feira.
2 de julho de 2012 - O Brasil e a Petrobras vêm avançando de forma sustentável e contínua no desenvolvimento de tecnologias que permitam a exploração e produção de petróleo e gás em águas cada vez mais profundas e certamente está na vanguarda da exploração de petróleo na área do pré-sal, disse o professor Segen Stefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).
O tema será discutido por representantes da indústria petrolífera de 41 países, que estarão reunidos no Rio de Janeiro de hoje a sexta-feira. A 31ª edição da International Conference on Ocean, Offshore and Arctic Engeneering (Omae 2012) terá como temas os oceanos, a exploração e produção de petróleo e gás nas áreas do pré-sal e o desenvolvimento das tecnologias offshore. O encontro ocorre no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca, e é considerado estratégico para as empresas com interesse no Brasil.
Segundo Stefen, o Brasil hoje é líder mundial no desenvolvimento das pesquisas para a exploração offshore e, com isso, tem atraído grandes empresas. Muitas estão, inclusive, estabelecendo aqui centros de pesquisa para trabalhar em assuntos ligados ao pré-sal e à exploração em águas profundas.
Apesar dos avanços já obtidos, ele admite que a atividade implica riscos e que acidentes de percurso ainda poderão ocorrer. "É óbvio que na medida em que avançamos em direção a fronteiras do conhecimento, INDcada vez em situações mais críticas, mais difíceis, se faz necessário responder a isso com maior conhecimento, engenharia e tecnologia. E é isso que estamos fazendo", disse Stefen.
Para ele, no entanto, "é necessário lembrar que o homem, para chegar à lua, sofreu fracassos ao longo do caminho. No caso do desafio em águas profundas, há um paralelo semelhante: vamos ter acidentes de percurso, dificuldades pelo caminho. Mas essa é uma grande fronteira que o Brasil pode liderar de forma a atuar como protagonista no processo".
O especialista em petróleo da UFRJ entende, porém, que tanto o país quanto a Petrobras estão preparados para o desafio. "Digo mais: não há nenhuma outra empresa mais preparada do que a Petrobras para esse desafio. Agora, é óbvio que temos que buscar a excelência, a melhoria das técnicas. É uma busca contínua e ouso dizer que a Petrobras acumulou bagagem e tem um nível alto de recursos humanos em seu corpo funcional que a credencia para levar adiante essa empreitada com sucesso".          
O evento terá mais de 700 apresentações e aproximadamente mil participantes. Serão 12 simpósios com os temas tecnologia offshore; estruturas, segurança e confiabilidade; tecnologia de materiais; pipelines e risers; utilização do espaço oceânico; engenharia oceânica; ciências e tecnologias polares; simulação computacional para dinâmica dos fluidos; energias renováveis dos oceanos; geotecnia offshore; tecnologia do petróleo.
Também será realizado durante o evento o simpósio em homenagem ao professor Ronald Yeung (hidrodinâmica de navios e estruturas offshore), e o workshop on Pre-Salt Technologies: Challenges and Opportunities, promovido pela Petrobras e pela Coppe/UFRJ.
(Agência Brasil)

Leia Mais: http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-saneamento-meio-ambiente/75332-Pas-avana-forma-sustentvel-ser-vanguarda-guas-ultraprofundas-diz-professor.html#ixzz1zTMUpE6V


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Corredores de ônibus já inflacionam imóveis

Corredores de ônibus já inflacionam imóveis

No caminho das pistas expressas de BRT, preços subiram até mais de 150%. Terreno perto de estação da Transoeste, em 8 meses, passou de R$ 60 mil para R$ 150 mil

No caminho dos corredores de ônibus BRT, é o mercado imobiliário que dispara na frente. Casas e apartamentos que ficam no entorno das pistas rápidas já tiveram valorização de mais de 150% por causa do novo sistema. Terreno próximo à Estação Veridiana, do Transoeste (Barra-Santa Cruz), por exemplo, há oito meses custava R$ 60 mil. Hoje, a proprietária não negocia por menos de R$ 150 mil.
A dica de especialistas para moradores de bairros cortados pelo BRT é: só venda o imóvel se for para comprar outro de imediato. Se guardar o dinheiro, haverá prejuízo, pois a alta vai continuar.
O corretor de imóveis Allan Richard contou que o interesse dos clientes pelo traçado do Transcarioca (Barra-Aeroporto Tom Jobim) tem aumentado nos últimos meses: "Eles perguntam se o empreendimento vai ficar perto de estação de embarque. Isso é uma realidade que temos que considerar, porque é um atrativo". E é justamente de olho nesse filão que as construtoras estão apostando. Na semana passada, foi lançado empreendimento na Estrada dos Bandeirantes em que cada apartamento de 50 metros quadrados custa R$ 297 mil, na planta. Há um ano, o valor ali orbitava em torno de R$ 150 mil.
Experiência do corredor viário em outros países mostra que o fenômeno que ocorre no Rio já era previsível. Em Cleveland (EUA), o BRT Healthline transformou o bairro Midtown. Terrenos abandonados e com ferros-velhos ganharam construções novas e até um hospital. Mesmo durante a crise de 2008, imóveis dobraram de preço por causa do corredor. Em Bogotá e Medellín, na Colômbia, o mercado de compra e venda de casas registrou aumento entre 30% e 50% devido aos BRTs Transmilenio e Metroplús, respectivamente.
Expectativa de mais novos empreendimentos e serviços
O boom imobiliário nos bairros por onde vão passar os BRTs deve dar novo visual urbanístico e aquecer o comércio em regiões antes pouco valorizadas, como Sepetiba, Santa Cruz e Pedra de Guaratiba. A expectativa é que aumente o setor de serviços e de alimentos na região.
Vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Fabbrianni vai mais longe. Ele acredita que com o trânsito fluindo haverá maior interesse de cariocas em visitar o interior do estado: "O maior tempo gasto na viagem é para sair da capital. Se você consegue resolver isso, é grande incentivo".
Transoeste vai reduzir viagem à metade
O Transoeste, que será o primeiro BRT do Rio, reduzirá de duas para uma hora o percurso entre Santa Cruz e Barra da Tijuca. A inauguração deve acontecer antes da primeira quinzena do mês que vem. A implantação será feita em quatro etapas. O corredor será o primeiro de quatro que serão implantados até 2016, o que criará uma rota de 151 km de via expressa.
Ano que vem, deve ser concluído o Transcarioca, que terá 39 km e transportará 400 mil pessoas por dia. Esse BRT beneficiará, principalmente, o subúrbio do Rio - Olaria, Ramos, Vila da Penha, Madureira, Vaz Lobo.
BRT pelo mundo
Medelín
TECNOLOGIA. O Centro de Controle e Operações (CCO) do Metroplús tem 40 funcionários e a tarefa de resolver rapidamente problemas nas vias de BRT. Imagens de câmeras surgem em tempo real nos painéis. No Rio, sala semelhante vai funcionar no Terminal Alvorada. De lá, operadores vão se comunicar por microfone com os motoristas, que poderão alertá-los sobre assaltos apertando um botão.
Cleveland
BICICLETÁRIO. Nos ônibus articulados que transitam no BRT Healthline, foram projetados espaços para que ciclistas carreguem suas bicicletas. Nos pontos de embarque, há estacionamentos para 'magrelas'. Haverá as duas facilidades nos coletivos e nas estações dos corredores expressos do Rio de Janeiro.
Bogotá
TERMINAL. Inspirado em Curitiba, o Transmilenio carrega 45 mil passageiros por hora, em cada sentido. É mais do que muitos metrôs do mundo. A expectativa é chegar a três milhões de usuários por dia. O corredor tem sete terminais, como o Américas. O novo Alvorada, na Barra da Tijuca, seguirá esse padrão.


O Dia, Christina Nascimento, 21/mai

sábado, 13 de agosto de 2011

Coelho da Fonseca adere a redes sociais para aumentar vendas

A Coelho da Fonseca acaba de criar a Diretoria de Canais para aumentar e modernizar sua atuação em plataformas digitais. A empresa também reestruturou seu site, desenvolveu um móbile site e aderiu a redes sociais como o Twitter, com o objetivo de ampliar as vendas pelos meios digitais.

No ano passado, 30% dos imóveis comercializados na capital paulista tiveram a venda originada por meio de interação no site da Coelho da Fonseca.
A imobiliária estima para este ano um crescimento superior a 80% em movimento de vendas em relação ao ano passado, quando o consolidado foi de R$ 1,8 bilhão.
“Esse é o início de uma ampla estratégia de relacionamento com os nossos diferentes públicos”, diz Alvaro Coelho da Fonseca, presidente da empresa.
“Embora os anúncios em jornais ainda sejam a mídia tradicional no setor, grande parte da pesquisa de imóveis feitas por potenciais compradores acontece por meio da internet”, diz Allan Fonseca, diretor de Canais da empresa