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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
Uma Xangai brasileira?
A exemplo do que aconteceu nos anos anteriores, o Rio de Janeiro segue como a segunda capital mais cara do país, atrás apenas de Brasília. Só nos últimos 12 meses, o metro quadrado na cidade valorizou 28,8%, chegando a 7.800 reais em média. Além da Copa do Mundo e da Olimpíada, que devem atrair novas obras de hotelaria e infraestrutura, a razão para essa alta é a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora nos morros cariocas. Na Tijuca, zona norte da cidade, por exemplo, o valor do metro quadrado dobrou após a instalação das UPPs em 2010. Nada se compara, no entanto, ao frenesi gerado em torno do eixo formado pelos bairros Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá, na zona oeste da cidade. Ali foram lançados no ano passado 14 700 unidades - ou 60% dos novos empreendimentos do Rio de Janeiro. "Essa região é atualmente o grande canteiro de obras do Rio de Janeiro, uma espécie de Xangai brasileira", diz Marcos Saceanu, diretor de incorporações da PDG na cidade. No ranking dos preços, Leblon e Ipanema continuam isolados na liderança, os dois bairros mais caros do Brasil. Nesse sentido, também há semelhanças com a China. Os 50000 reais cobrados pelo metro quadrado do caríssimo Wave, em Ipanema, são compatíveis com os imóveis na zona mais cara de Xangai.
Revista Exame, 25/mai
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Mercado Imobiliário em números
Mercado Imobiliário em números
Copa das Confederações em 2013, Copa do Mundo de Futebol em 2014, Olimpíadas em 2016. Com tantos eventos de grande porte que irão ocorrer no Rio de Janeiro, o mercado imobiliário carioca se mantém aquecido. Apesar de especialistas apontarem que os valores dos imóveis tendem a uma estabilidade, a facilidade do crédito imobiliário impulsiona o fomento do setor.
No primeiro trimestre de 2012, o ritmo de crescimento do crédito imobiliário foi moderado. Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 6,8 bilhões, em março, com alta de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros três meses, o montante total emprestado foi de R$ 17,6 bilhões, aumento de 9,9% comparativamente ao mesmo período de 2011, conforme divulgado pela ABECIP - Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança.
Ainda de acordo com a pesquisa, se considerado maior lapso temporal, no período dos últimos 12 meses o índice foi mais significativo. Em comparação ao período de abril de 2010 a março de 2011, os financiamentos evoluíram 31%, de R$ 62,2 bilhões para R$ 81,5 bilhões. A estimativa é que em 2012 o crédito imobiliário cresça 30%, para o montante de R$ 103,9 bilhões.
Os indicadores apontam que em março foram financiados 40 mil imóveis, crescimento de 7% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já no acumulado de 12 meses, entre abril de 2011 e março de 2012, foram financiadas 491,9 mil unidades, 9% mais do que nos 12 meses anteriores.
O número de lançamentos de empreendimentos imobiliários também apresentou alta. Pesquisa recente da ADEMI - Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário aponta que no segundo semestre de 2011, foram 14.952 novas unidades, em 94 empreendimentos. De julho a dezembro de 2009 foram lançados 53 empreendimentos totalizando 11.358 unidades, no mesmo período de 2010 foram lançados 68 empreendimentos com um total de 12.393 novas unidades.
Analisando os segundos semestres de 2009, 2010 e 2011 quanto ao parâmetro lançamentos imobiliários, o número de empreendimentos lançados cresceu 28% de 2009 para 2010 e 38% de 2010 para 2011. Comparando 2011 com 2009 o aumento foi de 77%. Já o total de unidades lançadas teve um crescimento de 9% em 2010, em relação a 2009, e 20% em 2011, em comparação com 2010. Na comparação com 2009, o aumento neste ano de 2011 foi de 31%.
Os bairros que apresentaram o maior número de lançamentos foram a Barra da Tijuca (3.193 unidades), seguido pelo Recreio dos Bandeirantes, com um total de 3.070 unidades, e Jacarepaguá ficou na terceira posição com 2.693 unidades. Campo Grande também apresentou relevante número de lançamentos, somando 1.602 unidades e, finalmente, a quinta posição fica com a Tijuca, com 826 unidades novas.
O estudo Panorama do Mercado Imobiliário 2011 do SecoviRio - Sindicato da Habitação revela que em 2011 o valor médio do metro quadrado para venda, na capital fluminense, subiu 15,8%. No entanto, no mesmo período do ano anterior essa variação ficou em 42,1%, o que aponta para uma fase de estabilização dos preços.
A pesquisa mostra que na zona sul os destaques são para Gávea e Lagoa, que tiveram uma valorização expressiva nos preços do metro quadrado para venda. No primeiro, a variação para apartamentos de três quartos, de janeiro a dezembro de 2011, foi de 46%. No segundo, os de um quarto tiveram valorização de 91,5%, o maior índice registrado pelo estudo.
Com a consolidação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), as diversas melhorias de infraestrutura e o aumento do número de construções com padrão elevado, a zona norte cresceu consideravelmente, com destaque para Vila Isabel e Méier, que tiveram, respectivamente, valorização do metro quadrado para venda de 46,9% (dois quartos) e 62,4% (quatro quartos).
No que diz respeito ao aluguel de imóveis, o cenário se manteve positivo, principalmente para o Centro da cidade. O metro quadrado dos imóveis de um quarto, no bairro, valorizou 45,2% em 2011, índice bastante superior ao obtido em 2010, de 0,8%. Os de dois quartos valorizaram 65,9%, ante os 10,2% do ano anterior.
Revista Abami, abril/maio 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Imóveis mais caros
Migração de moradores de outros bairros e lançamentos elevam preços na Zona Norte
Pesquisa da Living Construtora, do grupo RJZ Cyrela, revela o perfil dos compradores de imóveis da Zona Norte do Rio. A maioria tem de 26 a 40 anos e 75% são casados. O estudo indica também um aumento de mais de 100% no preço do metro quadrado - de R$ 2.350 para R$7mil - de 2007 a 2011.
O gerente de Incorporação da Living, Alexandre Calazans, afirma que há migração de pessoas de outros bairros, onde os preços subiram mais, para Zona Norte por causa de lançamentos de condomínios com lazer e segurança. Ele diz ainda que a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) também influenciou. "A Tijuca voltou a ser um bairro desejado e o reflexo chega a outros bairros da Zona Norte", explica.
Calazans cita como exemplo do aumento pela procura na Zona Norte o Rio Parque, em Del Castilho, que está com 70% das unidades vendidas. Os apartamentos, com dois quartos, custam a partir de R$ 213 mil.
A Rossi também investe na Zona Norte. O diretor regional da construtora, Rafael Cardoso, afirma que, na hora de comprar, são levados em consideração a infraestrutura do bairro e o preço. "Eles procuram transporte acessível e boa localização, com comércio, segurança e lazer."
Cardoso diz que cada bairro tem suas peculiaridades, mas, em geral, os imóveis da Rossi são compactos, de 45 a 75 metros quadrados, com dois ou três quartos, suíte, vaga na garagem e áreas de lazer semelhantes às que existem nos grandes condomínios da Barra da Tijuca. "Vamos continuar investindo, porque a Zona Norte apresenta grande potencial de crescimento econômico e imobiliário", adianta.
Madureira, Vila da Penha e Vaz Lobo: as grandes promessas
A gerente de Marketing do Grupo Avanço Aliados, Erika Moulin, cita o Norte Dreams, no Cachambi, que será entregue em maio de 2013, como um exemplo do que se passa atualmente na Zona Norte. A maioria dos compradores é de recém-casados, atraídos pela opção de empreendimento com segurança e área de lazer.
O diretor da agência Percepttiva, Rafael Duarte, especialista em marketing imobiliário, destaca também a opção de moradores de conti¬nuarem no local onde moram. "Antes, buscavam outros bairros, como a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes. Com as UPPs, o cenário mudou", ressalta ele.
Além disso, segundo Duarte, há agora na região condomínios com os mesmos conceitos da Barra, com segurança, lazer e padrão visual. Ele afirma ainda que, com a Linha Amarela, caiu o tempo para ir à Praia da Barra. "Com as obras da Transcarioca, bairros como Madureira, Vila da Penha e Vaz Lobo serão as grandes promessas nos próximos anos", adianta.
MEIA HORA.
Pesquisa da Living Construtora, do grupo RJZ Cyrela, revela o perfil dos compradores de imóveis da Zona Norte do Rio. A maioria tem de 26 a 40 anos e 75% são casados. O estudo indica também um aumento de mais de 100% no preço do metro quadrado - de R$ 2.350 para R$7mil - de 2007 a 2011.
O gerente de Incorporação da Living, Alexandre Calazans, afirma que há migração de pessoas de outros bairros, onde os preços subiram mais, para Zona Norte por causa de lançamentos de condomínios com lazer e segurança. Ele diz ainda que a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) também influenciou. "A Tijuca voltou a ser um bairro desejado e o reflexo chega a outros bairros da Zona Norte", explica.
Calazans cita como exemplo do aumento pela procura na Zona Norte o Rio Parque, em Del Castilho, que está com 70% das unidades vendidas. Os apartamentos, com dois quartos, custam a partir de R$ 213 mil.
A Rossi também investe na Zona Norte. O diretor regional da construtora, Rafael Cardoso, afirma que, na hora de comprar, são levados em consideração a infraestrutura do bairro e o preço. "Eles procuram transporte acessível e boa localização, com comércio, segurança e lazer."
Cardoso diz que cada bairro tem suas peculiaridades, mas, em geral, os imóveis da Rossi são compactos, de 45 a 75 metros quadrados, com dois ou três quartos, suíte, vaga na garagem e áreas de lazer semelhantes às que existem nos grandes condomínios da Barra da Tijuca. "Vamos continuar investindo, porque a Zona Norte apresenta grande potencial de crescimento econômico e imobiliário", adianta.
Madureira, Vila da Penha e Vaz Lobo: as grandes promessas
A gerente de Marketing do Grupo Avanço Aliados, Erika Moulin, cita o Norte Dreams, no Cachambi, que será entregue em maio de 2013, como um exemplo do que se passa atualmente na Zona Norte. A maioria dos compradores é de recém-casados, atraídos pela opção de empreendimento com segurança e área de lazer.
O diretor da agência Percepttiva, Rafael Duarte, especialista em marketing imobiliário, destaca também a opção de moradores de conti¬nuarem no local onde moram. "Antes, buscavam outros bairros, como a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes. Com as UPPs, o cenário mudou", ressalta ele.
Além disso, segundo Duarte, há agora na região condomínios com os mesmos conceitos da Barra, com segurança, lazer e padrão visual. Ele afirma ainda que, com a Linha Amarela, caiu o tempo para ir à Praia da Barra. "Com as obras da Transcarioca, bairros como Madureira, Vila da Penha e Vaz Lobo serão as grandes promessas nos próximos anos", adianta.
MEIA HORA.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Paz na Rocinha promete valorizar imóveis na Zona Sul
Paz na Rocinha promete valorizar imóveis na Zona Sul
O Dia, Fernanda Alvez e Marcos Galvão, 13/Nov
Corretores calculam aumento de 30% a 50%, além de maior liquidez, principalmente em São Conrado, Gávea, Vidigal e Joá, após instalação de Unidade de Polícia Pacificadora
O iminente clima de tranquilidade que se anuncia para a Favela da Rocinha - que, de acordo com o desejo dos moradores, está prestes a conviver sem o registro de balas perdidas ou de tiros traçantes - promete elevar em mais de 30% os preços dos imóveis em São Conrado e nos bairros vizinhos. Tudo por conta da ocupação das forças de segurança e futura instalação da 19ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).
De acordo com Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), além da Rocinha, bairros da Zona Sul terão imóveis com valores inflacionados, como Gávea, São Conrado, Vidigal e Joá.
"Os bairros vizinhos tendem a ser beneficiados também com a UPP".
Em São Conrado, corretores estão ainda mais otimistas. A expectativa é que os imóveis tenham um aumento de 50%. O advogado Márcio Arruda, da Terravita Consultoria Imobiliária, está ansioso pela implantação da UPP: "A procura por imóveis vai aumentar, e os apartamentos, valer bem mais. Um apartamento que hoje custo R$ 1,5 milhão pode passar para R$ 4 milhões. Ainda mais que a Rocinha tem um enorme potencial turístico", avalia.
A liquidez de imóveis, ou seja, a facilidade de conversão de um bem em dinheiro, também promete ser elevada. É o que pensa Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi).
"Todos os negócios que estão hoje emperrados, à espera de liquidez, serão concluídos. E isso já está acontecendo", garantiu.
O corretor de imóveis Flávio Mahaz diz que a valorização de imóveis promete atingir a Zona Oeste, como a Barra da Tijuca.
"A tendência é que a Barra também seja beneficiada com a pacificação".
Barracos e casas humildes da favela também terão acréscimo de preço
A valorização também promete subir o morro e chegar à Rocinha, onde uma simples casa de um quarto, sala, cozinha e banheiro custa hoje de R$ 50 mil até R$ 140 mil, de acordo com a proximidade da Estrada da Gávea. Quanto mais distante dali, mais barato. Com a pacificação, a expectativa é de que o imóvel chegue a um valor de cerca de R$ 182 mil.
Depreciados ao longo dos anos devido à criminalidade, imóveis em bairros próximos à Rocinha deverão subir de preço. A avaliação é do corretor de imóveis Flávio Mahaz. A expectativa é de acréscimo de aproximadamente 30% do valor.
A cobertura onde mora o ex-prefeito do Rio Cesar Maia, situada na Rua Prefeito Mendes de Moraes, em São Conrado, estaria avaliada em R$ 14 milhões. Com a valorização, o imóvel pode chegar a R$ 18,2 milhões.
Vizinhos famosos demonstram ansiedade
Artistas e pessoas ilustres que moram em São Conrado, como a cantora Beth Carvalho, estão ansiosos pela chegada da UPP. "Acredito que os imóveis no bairro vão ficar mais valorizados com a pacificação", avalia.
A jornalista Leda Nagle contou que, por ter a Rocinha como vizinha, muitos taxistas ficavam com medo de levá-la em casa. "Alguns amigos ficam com medo de vir. Acredito que isso vai mudar", torce.
Já o ator Osmar Prado diz que não se preocupa com a valorização do bairro. "Penso apenas no que a UPP pode trazer para os moradores da Rocinha", revelou.
Promotora de baile funk realizado na quadra da Acadêmicos da Rocinha, Carol Sampaio nega que os frequentadores tenham medo de ir à Rocinha. "Espero, sim, que com a UPP, mais gente da comunidade venha para os bailes", diz.
O Dia, Fernanda Alvez e Marcos Galvão, 13/Nov
Corretores calculam aumento de 30% a 50%, além de maior liquidez, principalmente em São Conrado, Gávea, Vidigal e Joá, após instalação de Unidade de Polícia Pacificadora
O iminente clima de tranquilidade que se anuncia para a Favela da Rocinha - que, de acordo com o desejo dos moradores, está prestes a conviver sem o registro de balas perdidas ou de tiros traçantes - promete elevar em mais de 30% os preços dos imóveis em São Conrado e nos bairros vizinhos. Tudo por conta da ocupação das forças de segurança e futura instalação da 19ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).
De acordo com Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), além da Rocinha, bairros da Zona Sul terão imóveis com valores inflacionados, como Gávea, São Conrado, Vidigal e Joá.
"Os bairros vizinhos tendem a ser beneficiados também com a UPP".
Em São Conrado, corretores estão ainda mais otimistas. A expectativa é que os imóveis tenham um aumento de 50%. O advogado Márcio Arruda, da Terravita Consultoria Imobiliária, está ansioso pela implantação da UPP: "A procura por imóveis vai aumentar, e os apartamentos, valer bem mais. Um apartamento que hoje custo R$ 1,5 milhão pode passar para R$ 4 milhões. Ainda mais que a Rocinha tem um enorme potencial turístico", avalia.
A liquidez de imóveis, ou seja, a facilidade de conversão de um bem em dinheiro, também promete ser elevada. É o que pensa Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi).
"Todos os negócios que estão hoje emperrados, à espera de liquidez, serão concluídos. E isso já está acontecendo", garantiu.
O corretor de imóveis Flávio Mahaz diz que a valorização de imóveis promete atingir a Zona Oeste, como a Barra da Tijuca.
"A tendência é que a Barra também seja beneficiada com a pacificação".
Barracos e casas humildes da favela também terão acréscimo de preço
A valorização também promete subir o morro e chegar à Rocinha, onde uma simples casa de um quarto, sala, cozinha e banheiro custa hoje de R$ 50 mil até R$ 140 mil, de acordo com a proximidade da Estrada da Gávea. Quanto mais distante dali, mais barato. Com a pacificação, a expectativa é de que o imóvel chegue a um valor de cerca de R$ 182 mil.
Depreciados ao longo dos anos devido à criminalidade, imóveis em bairros próximos à Rocinha deverão subir de preço. A avaliação é do corretor de imóveis Flávio Mahaz. A expectativa é de acréscimo de aproximadamente 30% do valor.
A cobertura onde mora o ex-prefeito do Rio Cesar Maia, situada na Rua Prefeito Mendes de Moraes, em São Conrado, estaria avaliada em R$ 14 milhões. Com a valorização, o imóvel pode chegar a R$ 18,2 milhões.
Vizinhos famosos demonstram ansiedade
Artistas e pessoas ilustres que moram em São Conrado, como a cantora Beth Carvalho, estão ansiosos pela chegada da UPP. "Acredito que os imóveis no bairro vão ficar mais valorizados com a pacificação", avalia.
A jornalista Leda Nagle contou que, por ter a Rocinha como vizinha, muitos taxistas ficavam com medo de levá-la em casa. "Alguns amigos ficam com medo de vir. Acredito que isso vai mudar", torce.
Já o ator Osmar Prado diz que não se preocupa com a valorização do bairro. "Penso apenas no que a UPP pode trazer para os moradores da Rocinha", revelou.
Promotora de baile funk realizado na quadra da Acadêmicos da Rocinha, Carol Sampaio nega que os frequentadores tenham medo de ir à Rocinha. "Espero, sim, que com a UPP, mais gente da comunidade venha para os bailes", diz.
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