LEBLON - BARTOLOMEU MITRE
BARTOLOMEU MITRE - 85 M²
R$ 830.000,00
São 2 quartos, com dependências completas.
Com 1 vaga na escritura.
Precisa de modernização.
Com 85 m².
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terça-feira, 6 de março de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Porto Maravilha abre oportunidades
Valor Econômico, 25/nov
Uma nova área que pode começar a frear a aceleração dos valores que estão sendo cobrados pelo aluguel corporativo no Centro do Rio é a região do Porto Maravilha. Apesar de ainda não estar definido o preço a ser cobrado pelos Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac), que vão permitir que uma empresa aumente o gabarito de um prédio, já há empresas apostando na construção na área. "O Porto Maravilha vai criar quatro milhões de metros quadrados, a maioria de prédios novos", conta Ignacio Robles, diretor da Office International Realty.
Robles já está desenvolvendo na área um projeto de 100 mil metros quadrados que terá duas torres, uma com hotel e outra de escritórios na região. "Imaginamos que os Cepacs vão custar em torno de R$ 1 mil", conta. Segundo ele, o investimento beira a casa do bilhão. O diretor acredita na região e diz que várias empresas já estão desenhando projetos.
"Mesmo sem o valor exato dos Cepacs, o investimento inicial está sendo feito: em compra de imóveis, pagamento de advogados e de arquitetos. Ninguém gasta dinheiro com isso, se não acreditasse na rentabilidade do negócio", conclui.
Outra empresa que também já está apostando na área é a Tishman Speyer. No entanto, a construtora fugiu da incerteza dos Cepacs. Comprou um terreno na região do porto, porém no limite do chamado Porto Maravilha.
O terreno, que pertencia ao Moinho Marilu, fica no fim da Avenida Brasil, ao lado do prédio onde funcionou o Jornal do Brasil e hoje está sendo instalado o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).
A construção original foi implodida. O novo prédio também será corporativo, com 32 mil metros quadrados de escritórios, com lajes de 1.700. A empresa está investindo R$ 250 milhões no empreendimento. "A Francisco Bicalho será o novo centro financeiro do Rio de um lado. E do outro estão planejados áreas de lazer e serviços, além outras instalações corporativas", conta Daniel Cherman, presidente da Tishman.
Cherman conta que nem todos os terrenos já foram negociados, como, por exemplo, o gasômetro que pertence a CEG. "Há muitas oportunidades na região portuária e estamos estudando novos negócios. Seu desenvolvimento é irreversível".
Uma nova área que pode começar a frear a aceleração dos valores que estão sendo cobrados pelo aluguel corporativo no Centro do Rio é a região do Porto Maravilha. Apesar de ainda não estar definido o preço a ser cobrado pelos Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac), que vão permitir que uma empresa aumente o gabarito de um prédio, já há empresas apostando na construção na área. "O Porto Maravilha vai criar quatro milhões de metros quadrados, a maioria de prédios novos", conta Ignacio Robles, diretor da Office International Realty.
Robles já está desenvolvendo na área um projeto de 100 mil metros quadrados que terá duas torres, uma com hotel e outra de escritórios na região. "Imaginamos que os Cepacs vão custar em torno de R$ 1 mil", conta. Segundo ele, o investimento beira a casa do bilhão. O diretor acredita na região e diz que várias empresas já estão desenhando projetos.
"Mesmo sem o valor exato dos Cepacs, o investimento inicial está sendo feito: em compra de imóveis, pagamento de advogados e de arquitetos. Ninguém gasta dinheiro com isso, se não acreditasse na rentabilidade do negócio", conclui.
Outra empresa que também já está apostando na área é a Tishman Speyer. No entanto, a construtora fugiu da incerteza dos Cepacs. Comprou um terreno na região do porto, porém no limite do chamado Porto Maravilha.
O terreno, que pertencia ao Moinho Marilu, fica no fim da Avenida Brasil, ao lado do prédio onde funcionou o Jornal do Brasil e hoje está sendo instalado o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).
A construção original foi implodida. O novo prédio também será corporativo, com 32 mil metros quadrados de escritórios, com lajes de 1.700. A empresa está investindo R$ 250 milhões no empreendimento. "A Francisco Bicalho será o novo centro financeiro do Rio de um lado. E do outro estão planejados áreas de lazer e serviços, além outras instalações corporativas", conta Daniel Cherman, presidente da Tishman.
Cherman conta que nem todos os terrenos já foram negociados, como, por exemplo, o gasômetro que pertence a CEG. "Há muitas oportunidades na região portuária e estamos estudando novos negócios. Seu desenvolvimento é irreversível".
Rio de oportunidades
Revista Construção Mercado - Fev/2012
Dentro de quatro anos, quando a tocha olímpica chegar ao Rio de Janeiro, o que se verá é muito mais do que uma cidade turística. A cidade tem passado por transformações profundas que prometem alçá-la a um novo patamar. Depois de ceder durante anos o protagonismo do cenário econômico para São Paulo, a capital carioca - e todo o Estado - entra em cena novamente para se tornar uma grande vitrine de negócios.
Antiga capital da República, o Rio ocupa o posto de segunda maior metrópole do País, com 6,3 milhões de habitantes e 2,4 milhões de domicílios, segundo o Censo de 2010. Seu retorno aos holofotes é fruto de uma conjunção de fatores que têm como pano de fundo o próprio crescimento econômico do Brasil. O primeiro elemento propulsor veio com a descoberta de petróleo na camada pré-sal, anunciada em 2006. A cadeia do pré-sal está atraindo novas indústrias e prestadoras de serviços para a Região Metropolitana do Rio, chacoalhando a economia e criando fluxos migratórios em cidades até agora pouco exploradas.
Em seguida veio a escolha da cidade como uma das subsedes da Copa de 2014 e como sede da Olimpíada de 2016. Muito além da instalação de parques esportivos, os jogos trouxeram pesados investimentos em transportes e infraestrutura e abriram novas áreas de desenvolvimento imobiliário. A zona Oeste, vetor natural de crescimento da capital, receberá três linhas de BRTs (Bus Rapid Transit) e uma linha de metrô, que já estão atraindo empresas, hotéis e novos moradores para a região. O centro, animado pelo projeto Porto Maravilha, passa por uma completa revitalização e atrai grandes investimentos em retrofit de prédios antigos. Sem mencionar a hotelaria, que deve receber 12 mil novos leitos até 2016.
Para arrematar a onda de otimismo, o projeto das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) veio para abrandar a violência nos morros, minimizando aquele que era um dos principais problemas do município. De quebra, a pacificação de favelas reavivou bairros adjacentes, elevou preços e atraiu lançamentos para áreas onde o mercado estava adormecido.
Investimentos em alta
Todos esses fatores conduziram o Rio a um renascimento econômico que está resgatando um potencial perdido em décadas passadas. "Durante anos a cidade ficou estagnada e perdeu mercado; muitas empresas adotavam a estratégia de fechar seus escritórios no Rio ou mudavam suas sedes para São Paulo e outros centros", comenta Cláudio Hermolin, diretor geral da Even no Rio e vice-presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário). "Agora, as mudanças que estão acontecendo, a começar pelo alinhamento entre os governos federal, estadual e municipal, têm contribuído para que o Rio volte a ser uma cidade com potencial econômico significativo."
Em 2010 e nos primeiros dez meses de 2011, o Rio foi o Estado brasileiro com maior volume de investimentos empresariais, à frente de Minas Gerais e de São Paulo, de acordo com levantamento elaborado pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). Os aportes batiam na casa dos US$ 40,78 bilhões entre janeiro e outubro do ano passado, mais que o dobro do anunciado durante todo o ano de 2010 - USS 18,45 bilhões - e quase três vezes o volume previsto para Minas, que ocupou o topo do ranking entre 2006 e 2008.
Preços disparam
Junto com o aumento dos investimentos, a renda do carioca também cresceu. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o rendimento médio do paulista em dezembro de 2007 era 24,68% maior que o do carioca. Essa diferença foi se estreitando ao longo dos anos e encolheu para 9,12% em dezembro de 2010, quando a renda média foi de RS 2.204,81 em São Paulo e de RS 2.020,52 no Rio.
Mais do que colocar dinheiro no bolso dos moradores, a ascensão do Rio de Janeiro tem levantado a autoestima da cidade, que parece recuperar o charme desfrutado em outras épocas. "O Rio resgatou o glamour que tinha perante o Brasil. As pessoas passaram a observá-lo não mais como a cidade problema, mas sim como a cidade da Olimpíada, da Copa, que está se remodelando e se preparando para isso", comenta João Paulo Matos, presidente da incorporadora Calçada.
Vale lembrar que a chegada de empresas na cidade significa também novos postos de trabalho e uma considerável migração vinda de outros Estados e até países. Alguns incorporadores já notam essa mudança no perfil dos compradores de imóveis. Um bom termômetro da retomada é a forte valorização imobiliária registrada na cidade. De acordo com o índice Fipe Zap, entre janeiro de 2008 e dezembro de 2011, a variação dos preços de moradia chegou a inacreditáveis 155,4%.
Em São Paulo, onde a escalada de preços já é considerada excessiva por muitos especialistas, o índice subiu 123,8% no mesmo período. Tomando apenas o ano de 2011, a valorização no Rio foi de 34,9%, a maior entre as sete cidades medidas pelo Fipe Zap e bem acima da inflação de 6% medida pelo IPCA (índice de Preços ao Consumidor Amplo).
"Os apartamentos mais caros do Rio estão de frente para o mar e já ultrapassam preços de RS 35 mil por metro quadrado privativo, por exemplo, nas avenidas Vieira Souto e Delfim Moreira em Ipanema e Leblon, respectivamente", afirma Luiz Paulo Pompéia, diretor da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). "De modo geral, o Rio tem os imóveis mais caros do Brasil, pois tem poucos terrenos e, ao mesmo tempo, uma demanda que vem sendo sistematicamente mal-atendida e, portanto, é muito maior que a oferta."
Incorporadoras aproveitam o filão
De olho na valorização e nos novos vetores de crescimento que estão surgindo, incorporadoras e construtoras de outros Estados passaram a explorar o mercado carioca, engrossando a concorrência já acirrada na cidade. É o caso da Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário, que inaugurou sua regional carioca em abril de 2010. A empresa fez dois lançamentos em 2011 e fechou o ano com as vendas no Rio representando 25% do volume total da companhia. Para 2012 há mais dois projetos em aprovação e os planos de expansão da regional já estão traçados até 2015.
"Pelas perspectivas de crescimento do Rio, a cidade não poderia deixar de ser uma das praças base da QGDI. Não só por causa da Olimpíada e da Copa, mas porque o Rio é o segundo mercado imobiliário de Brasil, e uma empresa que pensa nacionalmente não pode desconsiderá-lo da sua atuação estratégica", comenta Pedro Cunha, diretor da regional da QGDI no Rio. "Antes de montarmos a regional estávamos sempre antenados em possíveis oportunidades no Rio. Quando veio o reforço do pré-sal e dos jogos, se tornou quase natural formar uma equipe na cidade para correr atrás de negócios."
Mesmo companhias que já atuavam no Rio de Janeiro têm aumentado a importância deste mercado no seu portfólio. "A Even enxerga hoje o Rio como uma praça fundamental para sua estratégia de crescimento. Em 2008 a cidade representava 3% do faturamento total da empresa e hoje esse número se aproxima dos 22%", revela Cláudio Hermolin.
As oportunidades se abrem em praticamente todos os segmentos. Dos condomínios de luxo às obras industriais, das lajes corporativas às habitações de interesse social. Nas três reportagens a seguir, conheça os polos de desenvolvimento imobiliário que estão florescendo na capital e na região metropolitana, e saiba quais são as principais oportunidades do pujante mercado carioca.
Dentro de quatro anos, quando a tocha olímpica chegar ao Rio de Janeiro, o que se verá é muito mais do que uma cidade turística. A cidade tem passado por transformações profundas que prometem alçá-la a um novo patamar. Depois de ceder durante anos o protagonismo do cenário econômico para São Paulo, a capital carioca - e todo o Estado - entra em cena novamente para se tornar uma grande vitrine de negócios.
Antiga capital da República, o Rio ocupa o posto de segunda maior metrópole do País, com 6,3 milhões de habitantes e 2,4 milhões de domicílios, segundo o Censo de 2010. Seu retorno aos holofotes é fruto de uma conjunção de fatores que têm como pano de fundo o próprio crescimento econômico do Brasil. O primeiro elemento propulsor veio com a descoberta de petróleo na camada pré-sal, anunciada em 2006. A cadeia do pré-sal está atraindo novas indústrias e prestadoras de serviços para a Região Metropolitana do Rio, chacoalhando a economia e criando fluxos migratórios em cidades até agora pouco exploradas.
Em seguida veio a escolha da cidade como uma das subsedes da Copa de 2014 e como sede da Olimpíada de 2016. Muito além da instalação de parques esportivos, os jogos trouxeram pesados investimentos em transportes e infraestrutura e abriram novas áreas de desenvolvimento imobiliário. A zona Oeste, vetor natural de crescimento da capital, receberá três linhas de BRTs (Bus Rapid Transit) e uma linha de metrô, que já estão atraindo empresas, hotéis e novos moradores para a região. O centro, animado pelo projeto Porto Maravilha, passa por uma completa revitalização e atrai grandes investimentos em retrofit de prédios antigos. Sem mencionar a hotelaria, que deve receber 12 mil novos leitos até 2016.
Para arrematar a onda de otimismo, o projeto das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) veio para abrandar a violência nos morros, minimizando aquele que era um dos principais problemas do município. De quebra, a pacificação de favelas reavivou bairros adjacentes, elevou preços e atraiu lançamentos para áreas onde o mercado estava adormecido.
Investimentos em alta
Todos esses fatores conduziram o Rio a um renascimento econômico que está resgatando um potencial perdido em décadas passadas. "Durante anos a cidade ficou estagnada e perdeu mercado; muitas empresas adotavam a estratégia de fechar seus escritórios no Rio ou mudavam suas sedes para São Paulo e outros centros", comenta Cláudio Hermolin, diretor geral da Even no Rio e vice-presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário). "Agora, as mudanças que estão acontecendo, a começar pelo alinhamento entre os governos federal, estadual e municipal, têm contribuído para que o Rio volte a ser uma cidade com potencial econômico significativo."
Em 2010 e nos primeiros dez meses de 2011, o Rio foi o Estado brasileiro com maior volume de investimentos empresariais, à frente de Minas Gerais e de São Paulo, de acordo com levantamento elaborado pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). Os aportes batiam na casa dos US$ 40,78 bilhões entre janeiro e outubro do ano passado, mais que o dobro do anunciado durante todo o ano de 2010 - USS 18,45 bilhões - e quase três vezes o volume previsto para Minas, que ocupou o topo do ranking entre 2006 e 2008.
Preços disparam
Junto com o aumento dos investimentos, a renda do carioca também cresceu. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o rendimento médio do paulista em dezembro de 2007 era 24,68% maior que o do carioca. Essa diferença foi se estreitando ao longo dos anos e encolheu para 9,12% em dezembro de 2010, quando a renda média foi de RS 2.204,81 em São Paulo e de RS 2.020,52 no Rio.
Mais do que colocar dinheiro no bolso dos moradores, a ascensão do Rio de Janeiro tem levantado a autoestima da cidade, que parece recuperar o charme desfrutado em outras épocas. "O Rio resgatou o glamour que tinha perante o Brasil. As pessoas passaram a observá-lo não mais como a cidade problema, mas sim como a cidade da Olimpíada, da Copa, que está se remodelando e se preparando para isso", comenta João Paulo Matos, presidente da incorporadora Calçada.
Vale lembrar que a chegada de empresas na cidade significa também novos postos de trabalho e uma considerável migração vinda de outros Estados e até países. Alguns incorporadores já notam essa mudança no perfil dos compradores de imóveis. Um bom termômetro da retomada é a forte valorização imobiliária registrada na cidade. De acordo com o índice Fipe Zap, entre janeiro de 2008 e dezembro de 2011, a variação dos preços de moradia chegou a inacreditáveis 155,4%.
Em São Paulo, onde a escalada de preços já é considerada excessiva por muitos especialistas, o índice subiu 123,8% no mesmo período. Tomando apenas o ano de 2011, a valorização no Rio foi de 34,9%, a maior entre as sete cidades medidas pelo Fipe Zap e bem acima da inflação de 6% medida pelo IPCA (índice de Preços ao Consumidor Amplo).
"Os apartamentos mais caros do Rio estão de frente para o mar e já ultrapassam preços de RS 35 mil por metro quadrado privativo, por exemplo, nas avenidas Vieira Souto e Delfim Moreira em Ipanema e Leblon, respectivamente", afirma Luiz Paulo Pompéia, diretor da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). "De modo geral, o Rio tem os imóveis mais caros do Brasil, pois tem poucos terrenos e, ao mesmo tempo, uma demanda que vem sendo sistematicamente mal-atendida e, portanto, é muito maior que a oferta."
Incorporadoras aproveitam o filão
De olho na valorização e nos novos vetores de crescimento que estão surgindo, incorporadoras e construtoras de outros Estados passaram a explorar o mercado carioca, engrossando a concorrência já acirrada na cidade. É o caso da Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário, que inaugurou sua regional carioca em abril de 2010. A empresa fez dois lançamentos em 2011 e fechou o ano com as vendas no Rio representando 25% do volume total da companhia. Para 2012 há mais dois projetos em aprovação e os planos de expansão da regional já estão traçados até 2015.
"Pelas perspectivas de crescimento do Rio, a cidade não poderia deixar de ser uma das praças base da QGDI. Não só por causa da Olimpíada e da Copa, mas porque o Rio é o segundo mercado imobiliário de Brasil, e uma empresa que pensa nacionalmente não pode desconsiderá-lo da sua atuação estratégica", comenta Pedro Cunha, diretor da regional da QGDI no Rio. "Antes de montarmos a regional estávamos sempre antenados em possíveis oportunidades no Rio. Quando veio o reforço do pré-sal e dos jogos, se tornou quase natural formar uma equipe na cidade para correr atrás de negócios."
Mesmo companhias que já atuavam no Rio de Janeiro têm aumentado a importância deste mercado no seu portfólio. "A Even enxerga hoje o Rio como uma praça fundamental para sua estratégia de crescimento. Em 2008 a cidade representava 3% do faturamento total da empresa e hoje esse número se aproxima dos 22%", revela Cláudio Hermolin.
As oportunidades se abrem em praticamente todos os segmentos. Dos condomínios de luxo às obras industriais, das lajes corporativas às habitações de interesse social. Nas três reportagens a seguir, conheça os polos de desenvolvimento imobiliário que estão florescendo na capital e na região metropolitana, e saiba quais são as principais oportunidades do pujante mercado carioca.
Imóveis mais caros
Migração de moradores de outros bairros e lançamentos elevam preços na Zona Norte
Pesquisa da Living Construtora, do grupo RJZ Cyrela, revela o perfil dos compradores de imóveis da Zona Norte do Rio. A maioria tem de 26 a 40 anos e 75% são casados. O estudo indica também um aumento de mais de 100% no preço do metro quadrado - de R$ 2.350 para R$7mil - de 2007 a 2011.
O gerente de Incorporação da Living, Alexandre Calazans, afirma que há migração de pessoas de outros bairros, onde os preços subiram mais, para Zona Norte por causa de lançamentos de condomínios com lazer e segurança. Ele diz ainda que a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) também influenciou. "A Tijuca voltou a ser um bairro desejado e o reflexo chega a outros bairros da Zona Norte", explica.
Calazans cita como exemplo do aumento pela procura na Zona Norte o Rio Parque, em Del Castilho, que está com 70% das unidades vendidas. Os apartamentos, com dois quartos, custam a partir de R$ 213 mil.
A Rossi também investe na Zona Norte. O diretor regional da construtora, Rafael Cardoso, afirma que, na hora de comprar, são levados em consideração a infraestrutura do bairro e o preço. "Eles procuram transporte acessível e boa localização, com comércio, segurança e lazer."
Cardoso diz que cada bairro tem suas peculiaridades, mas, em geral, os imóveis da Rossi são compactos, de 45 a 75 metros quadrados, com dois ou três quartos, suíte, vaga na garagem e áreas de lazer semelhantes às que existem nos grandes condomínios da Barra da Tijuca. "Vamos continuar investindo, porque a Zona Norte apresenta grande potencial de crescimento econômico e imobiliário", adianta.
Madureira, Vila da Penha e Vaz Lobo: as grandes promessas
A gerente de Marketing do Grupo Avanço Aliados, Erika Moulin, cita o Norte Dreams, no Cachambi, que será entregue em maio de 2013, como um exemplo do que se passa atualmente na Zona Norte. A maioria dos compradores é de recém-casados, atraídos pela opção de empreendimento com segurança e área de lazer.
O diretor da agência Percepttiva, Rafael Duarte, especialista em marketing imobiliário, destaca também a opção de moradores de conti¬nuarem no local onde moram. "Antes, buscavam outros bairros, como a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes. Com as UPPs, o cenário mudou", ressalta ele.
Além disso, segundo Duarte, há agora na região condomínios com os mesmos conceitos da Barra, com segurança, lazer e padrão visual. Ele afirma ainda que, com a Linha Amarela, caiu o tempo para ir à Praia da Barra. "Com as obras da Transcarioca, bairros como Madureira, Vila da Penha e Vaz Lobo serão as grandes promessas nos próximos anos", adianta.
MEIA HORA.
Pesquisa da Living Construtora, do grupo RJZ Cyrela, revela o perfil dos compradores de imóveis da Zona Norte do Rio. A maioria tem de 26 a 40 anos e 75% são casados. O estudo indica também um aumento de mais de 100% no preço do metro quadrado - de R$ 2.350 para R$7mil - de 2007 a 2011.
O gerente de Incorporação da Living, Alexandre Calazans, afirma que há migração de pessoas de outros bairros, onde os preços subiram mais, para Zona Norte por causa de lançamentos de condomínios com lazer e segurança. Ele diz ainda que a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) também influenciou. "A Tijuca voltou a ser um bairro desejado e o reflexo chega a outros bairros da Zona Norte", explica.
Calazans cita como exemplo do aumento pela procura na Zona Norte o Rio Parque, em Del Castilho, que está com 70% das unidades vendidas. Os apartamentos, com dois quartos, custam a partir de R$ 213 mil.
A Rossi também investe na Zona Norte. O diretor regional da construtora, Rafael Cardoso, afirma que, na hora de comprar, são levados em consideração a infraestrutura do bairro e o preço. "Eles procuram transporte acessível e boa localização, com comércio, segurança e lazer."
Cardoso diz que cada bairro tem suas peculiaridades, mas, em geral, os imóveis da Rossi são compactos, de 45 a 75 metros quadrados, com dois ou três quartos, suíte, vaga na garagem e áreas de lazer semelhantes às que existem nos grandes condomínios da Barra da Tijuca. "Vamos continuar investindo, porque a Zona Norte apresenta grande potencial de crescimento econômico e imobiliário", adianta.
Madureira, Vila da Penha e Vaz Lobo: as grandes promessas
A gerente de Marketing do Grupo Avanço Aliados, Erika Moulin, cita o Norte Dreams, no Cachambi, que será entregue em maio de 2013, como um exemplo do que se passa atualmente na Zona Norte. A maioria dos compradores é de recém-casados, atraídos pela opção de empreendimento com segurança e área de lazer.
O diretor da agência Percepttiva, Rafael Duarte, especialista em marketing imobiliário, destaca também a opção de moradores de conti¬nuarem no local onde moram. "Antes, buscavam outros bairros, como a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes. Com as UPPs, o cenário mudou", ressalta ele.
Além disso, segundo Duarte, há agora na região condomínios com os mesmos conceitos da Barra, com segurança, lazer e padrão visual. Ele afirma ainda que, com a Linha Amarela, caiu o tempo para ir à Praia da Barra. "Com as obras da Transcarioca, bairros como Madureira, Vila da Penha e Vaz Lobo serão as grandes promessas nos próximos anos", adianta.
MEIA HORA.
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ZONA NORTE
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Lopes vê comprador de imóvel mais otimista.
SÃO PAULO
O comprador de imóvel da Região Metropolitana de São Paulo está mais otimista, conforme o Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI) da LPS Consultoria de Imóveis, conhecida como a Imobiliária Lopes.
Em janeiro, o índice ficou em 136,9, o que representa aumento de 10,2% ante dezembro de 2011.
O ICCI é composto pela avaliação da situação atual e das expectativas para seis meses.
O indicador que aponta a situação atual subiu 2,5%, para 124,5. Já o índice de expectativas teve alta de 17,6%, para 149,3.
A metodologia do levantamento possibilita resultados de zero a 200. Indicadores acima de 100 apontam otimismo.
A pesquisa foi realizada de 9 a 30 de janeiro, com 594 entrevistados.
Por Chiara Quintão | Valor
O comprador de imóvel da Região Metropolitana de São Paulo está mais otimista, conforme o Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI) da LPS Consultoria de Imóveis, conhecida como a Imobiliária Lopes.
Em janeiro, o índice ficou em 136,9, o que representa aumento de 10,2% ante dezembro de 2011.
O ICCI é composto pela avaliação da situação atual e das expectativas para seis meses.
O indicador que aponta a situação atual subiu 2,5%, para 124,5. Já o índice de expectativas teve alta de 17,6%, para 149,3.
A metodologia do levantamento possibilita resultados de zero a 200. Indicadores acima de 100 apontam otimismo.
A pesquisa foi realizada de 9 a 30 de janeiro, com 594 entrevistados.
Por Chiara Quintão | Valor
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
ANTT iniciou projeto executivo do trem-bala
BRASÍLIA – A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já iniciou os primeiros levantamentos de informações que alimentarão o projeto executivo do trem de alta velocidade, previsto para ser implementado entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.
Segundo o diretor-geral da agência, Bernardo Figueiredo, as ações tiveram início em janeiro e estão sob responsabilidade da ANTT. No futuro, o projeto executivo ficará sob responsabilidade da Etav, estatal que será criada para administrar o trem-bala em parceria com a iniciativa privada.
A estimativa é de que o projeto executivo do trem-bala consuma investimentos de R$ 540 milhões e que esse custo seja bancado integralmente pelo governo. Até o momento, as informações técnicas que o governo detém sobre o trem-bala estão limitadas a um projeto básico, um estudo mais simples, mas que será usado para que a agência promova o primeiro leilão para contratar o operador do sistema. A partir dessa escolha, será concluído o estudo executivo, documento de profundidade técnica que irá balizar a realização do segundo leilão em 2013, para escolher os construtores do projeto.
Paralelamente, a Etav vai injetar cerca de R$ 3 bilhões em custos s socioambientais e de desapropriação.
(André Borges | Valor)
Segundo o diretor-geral da agência, Bernardo Figueiredo, as ações tiveram início em janeiro e estão sob responsabilidade da ANTT. No futuro, o projeto executivo ficará sob responsabilidade da Etav, estatal que será criada para administrar o trem-bala em parceria com a iniciativa privada.
A estimativa é de que o projeto executivo do trem-bala consuma investimentos de R$ 540 milhões e que esse custo seja bancado integralmente pelo governo. Até o momento, as informações técnicas que o governo detém sobre o trem-bala estão limitadas a um projeto básico, um estudo mais simples, mas que será usado para que a agência promova o primeiro leilão para contratar o operador do sistema. A partir dessa escolha, será concluído o estudo executivo, documento de profundidade técnica que irá balizar a realização do segundo leilão em 2013, para escolher os construtores do projeto.
Paralelamente, a Etav vai injetar cerca de R$ 3 bilhões em custos s socioambientais e de desapropriação.
(André Borges | Valor)
Novo edital do trem-bala será apresentado a Dilma na semana que vem.
BRASÍLIA – O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, disse nesta quarta-feira que o novo edital do trem de alta velocidade está pronto e que deverá ser submetido ao Ministério dos Transportes ainda nesta semana. Na semana que vem, a proposta deverá ser apresentada à presidente Dilma Rousseff.
“Tecnicamente, o edital está pronto. Se houver agenda, vamos validar com a presidenta Dilma na semana que vem”, disse Figueiredo, após ser sabatinado na Comissão de Infraestrutura do Senado, para recondução à diretoria da ANTT.
O plano original previa que a minuta do edital fosse conhecida em janeiro, mas o prazo foi passado para março, quando devem começar as audiências públicas sobre o trem-bala. A meta do governo é de que o primeiro leilão do projeto, que vai escolher o operador do trem e a tecnologia que será adotada, ocorra em outubro. A segunda licitação, que vai contratar as empreiteiras para construção das estruturas do projeto, deverá ocorrer no segundo semestre de 2013.
Por André Borges | Valor
“Tecnicamente, o edital está pronto. Se houver agenda, vamos validar com a presidenta Dilma na semana que vem”, disse Figueiredo, após ser sabatinado na Comissão de Infraestrutura do Senado, para recondução à diretoria da ANTT.
O plano original previa que a minuta do edital fosse conhecida em janeiro, mas o prazo foi passado para março, quando devem começar as audiências públicas sobre o trem-bala. A meta do governo é de que o primeiro leilão do projeto, que vai escolher o operador do trem e a tecnologia que será adotada, ocorra em outubro. A segunda licitação, que vai contratar as empreiteiras para construção das estruturas do projeto, deverá ocorrer no segundo semestre de 2013.
Por André Borges | Valor
O aluguel mais caro de Nova York: uma casa de US$ 100.000 por mês
Por JOSH BARBANEL
Rob Bennett for The Wall Street Journal
O loft tem uma piscina na entrada.
Cruze a porta envelhecida da entrada de um edifício do século 19 na Rua Lafayette, no SoHo, em Nova York, e você ficará diante de um espelho d'água azulado – é a vista de uma piscina de 11 metros de diâmetro.
É uma entrada inusitadamente ousada — criada por um cineasta que é um mestre dos filmes de terror — e pertence a que atualmente é a casa com o aluguel mais caro de Nova York.
A casa de múltiplos andares, com seus espaços abertos no estilo loft e 1.200 metros quadrados, foi posta recentemente para alugar mobiliada por US$ 100.000 ao mês, US$ 50.000 por semana ou US$ 20.000 a diária.
.
Rob Bennett for The Wall Street Journal
A fachada do edifício no elegante bairro do Soho.
A casa, que já foi uma subestação elétrica no século 19, foi transformada num palacete no centro de Nova York, pelo diretor Marcus Nispel e sua mulher, Dyan. Na reforma, eles decidiram deixar algumas arestas mais rudimentares no imóvel, comprado em 1996.
Entre os longas dirigidos por Nispel estão refilmagens de filmes de horror famosos como "Sexta-feira 13" e "Massacre da Serra Elétrica" e "Frankenstein". Sua obra mais recente é a nova versão de "Conan, o Bárbaro", lançada no meio do ano.
Os Nispel vivem atualmente mais na costa oeste dos Estados Unidos e têm usado o espaço mais como um cantinho em Nova York, alugando-o para festas e filmagens.
Rob Bennett for The Wall Street Journal
Uma sala no quarto andar com acesso a um pátio.
O vídeo da música de 2008 "Halo", da cantora Beyoncé, foi produzido na sala da casa com pé direito de oito metros, bem como na piscina, onde Beyoncé foi filmada flutuando embaixo d'água num vestido branco. O vídeo já foi visto 112 milhões de vezes no YouTube.
Os Nispel pagaram US$ 1,75 milhão pelo lugar em 1996. Ele estava listado no arquivo da cidade como um armazém, mas era usado na época como uma galeria de arte. O casal finalmente conseguiu no fim de 2010 um alvará de habitação para a casa reformada e agora decidiram colocá-la para alugar.
"Demorou muito para colocar tudo no padrão", disse Steve Halpern, corretor da Citi Habitats que está apresentando o imóvel para os interessados. Halpern disse que só está autorizado a dizer que a casa foi "a residência nova-iorquina de um diretor de cinema e sua família".
Rob Bennett for The Wall Street Journal
Uma janela no primeiro andar dá vista para o fundo da piscina que foi usada em um vídeo da cantora Beyoncé.
Mas o nome de Nispel está na escritura pública do imóvel, bem como o da mulher. Um corredor no porão é forrado com pôsteres de seus filmes. Ele não retornou um pedido de entrevista.
O aluguel cobrado é o mais caro de todos os imóveis residenciais de Nova York, segundo anúncios compilados pela Streeteasy.com. Essa contagem não incluiu várias suítes combinadas com serviços hoteleiros no Waldorf Astoria na Park Avenue ou na Rua East 50th. Uma unidade de 550 metros quadrados nesses lugares sai por US$ 150.000 por mês.
Vários corretores disseram que o aluguel cobrado parece um pouco alto, mas uma casa grande e com estilo único no SoHo, de dono famoso, pode render um aluguel maior que as casas tradicionais no mercado do Upper East Side, que sempre foi o bairro mais caro da cidade.
Existem cerca de duas dezenas de outras casas para alugar na cidade com aluguel de US$ 50.000 ou mais. A casa mais cara no Upper East Side custa US$ 85.000 por mês, na Rua East 71st, seguida de outra cujo aluguel foi reduzido de US$ 90.000 para US$ 78.000, na Rua East 63rd.
A escassez de imóveis do tipo para alugar significa que há poucas opções como essas em cada vizinhança, o que cria oportunidades para proprietários e corretores.
A casa tem várias modificações inusitadas.
A piscina tem 2,4 metros de profundidade e 3,6 metros de largura, com uma janela de um lado e portais do outro. Os portais ligam a piscina a um quarto de hóspedes com escada em espiral projetada para lembrar a de um submarino.
A sala tem uma grande tela de cinema retrátil que é iluminada por janelas de quase quatro metros e duas lanternas náuticas que dizem ter sido retiradas de um ferryboat aposentado do bairro nova-iorquino de Staten Island.
Também há um terraço de 85 metros quadrados e um elevador monta-prato ao lado da cozinha industrial de design aberto. Uma lareira francesa de época foi instalada na sala de estar, enquanto as pias de pedra esculpida e os azulejos do banheiro foram importados de um monastério francês
Rob Bennett for The Wall Street Journal
O loft tem uma piscina na entrada.
Cruze a porta envelhecida da entrada de um edifício do século 19 na Rua Lafayette, no SoHo, em Nova York, e você ficará diante de um espelho d'água azulado – é a vista de uma piscina de 11 metros de diâmetro.
É uma entrada inusitadamente ousada — criada por um cineasta que é um mestre dos filmes de terror — e pertence a que atualmente é a casa com o aluguel mais caro de Nova York.
A casa de múltiplos andares, com seus espaços abertos no estilo loft e 1.200 metros quadrados, foi posta recentemente para alugar mobiliada por US$ 100.000 ao mês, US$ 50.000 por semana ou US$ 20.000 a diária.
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Rob Bennett for The Wall Street Journal
A fachada do edifício no elegante bairro do Soho.
A casa, que já foi uma subestação elétrica no século 19, foi transformada num palacete no centro de Nova York, pelo diretor Marcus Nispel e sua mulher, Dyan. Na reforma, eles decidiram deixar algumas arestas mais rudimentares no imóvel, comprado em 1996.
Entre os longas dirigidos por Nispel estão refilmagens de filmes de horror famosos como "Sexta-feira 13" e "Massacre da Serra Elétrica" e "Frankenstein". Sua obra mais recente é a nova versão de "Conan, o Bárbaro", lançada no meio do ano.
Os Nispel vivem atualmente mais na costa oeste dos Estados Unidos e têm usado o espaço mais como um cantinho em Nova York, alugando-o para festas e filmagens.
Rob Bennett for The Wall Street Journal
Uma sala no quarto andar com acesso a um pátio.
O vídeo da música de 2008 "Halo", da cantora Beyoncé, foi produzido na sala da casa com pé direito de oito metros, bem como na piscina, onde Beyoncé foi filmada flutuando embaixo d'água num vestido branco. O vídeo já foi visto 112 milhões de vezes no YouTube.
Os Nispel pagaram US$ 1,75 milhão pelo lugar em 1996. Ele estava listado no arquivo da cidade como um armazém, mas era usado na época como uma galeria de arte. O casal finalmente conseguiu no fim de 2010 um alvará de habitação para a casa reformada e agora decidiram colocá-la para alugar.
"Demorou muito para colocar tudo no padrão", disse Steve Halpern, corretor da Citi Habitats que está apresentando o imóvel para os interessados. Halpern disse que só está autorizado a dizer que a casa foi "a residência nova-iorquina de um diretor de cinema e sua família".
Rob Bennett for The Wall Street Journal
Uma janela no primeiro andar dá vista para o fundo da piscina que foi usada em um vídeo da cantora Beyoncé.
Mas o nome de Nispel está na escritura pública do imóvel, bem como o da mulher. Um corredor no porão é forrado com pôsteres de seus filmes. Ele não retornou um pedido de entrevista.
O aluguel cobrado é o mais caro de todos os imóveis residenciais de Nova York, segundo anúncios compilados pela Streeteasy.com. Essa contagem não incluiu várias suítes combinadas com serviços hoteleiros no Waldorf Astoria na Park Avenue ou na Rua East 50th. Uma unidade de 550 metros quadrados nesses lugares sai por US$ 150.000 por mês.
Vários corretores disseram que o aluguel cobrado parece um pouco alto, mas uma casa grande e com estilo único no SoHo, de dono famoso, pode render um aluguel maior que as casas tradicionais no mercado do Upper East Side, que sempre foi o bairro mais caro da cidade.
Existem cerca de duas dezenas de outras casas para alugar na cidade com aluguel de US$ 50.000 ou mais. A casa mais cara no Upper East Side custa US$ 85.000 por mês, na Rua East 71st, seguida de outra cujo aluguel foi reduzido de US$ 90.000 para US$ 78.000, na Rua East 63rd.
A escassez de imóveis do tipo para alugar significa que há poucas opções como essas em cada vizinhança, o que cria oportunidades para proprietários e corretores.
A casa tem várias modificações inusitadas.
A piscina tem 2,4 metros de profundidade e 3,6 metros de largura, com uma janela de um lado e portais do outro. Os portais ligam a piscina a um quarto de hóspedes com escada em espiral projetada para lembrar a de um submarino.
A sala tem uma grande tela de cinema retrátil que é iluminada por janelas de quase quatro metros e duas lanternas náuticas que dizem ter sido retiradas de um ferryboat aposentado do bairro nova-iorquino de Staten Island.
Também há um terraço de 85 metros quadrados e um elevador monta-prato ao lado da cozinha industrial de design aberto. Uma lareira francesa de época foi instalada na sala de estar, enquanto as pias de pedra esculpida e os azulejos do banheiro foram importados de um monastério francês
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Península Green Bay
Península Green Bay
• Excelente apartamento 178 m2
Salão com Vista para o mar, toda a Barra e a Lagoa,
Varandão piso cerâmica
• 4 Quartos, sendo 2 suítes, 1 banheiro social,
Lavabo, Copa-cozinha, Área de serviço,
Dependências de empregada,
3 vagas de garagem
• Preço: R$ 1.250.000,00
• 15 andares, 4 apartamentos por andar
• 2 apartamentos de frente para a lagoa
e 2 voltados para o condomínio
• Integrado à natureza
• Condomínio com segurança e lazer para toda família
• Piscina de adulto e piscina infantil
• Bar na área das piscinas
• Playground com brinquedos
• Sauna seca e sauna a vapor
• Coffee shop, salão de festas
• Sala de ginástica equipada, sala de recreação
• Proteção perimetral com sensores infravermelhos,
controle de acesso por leitora de proximidade
• Cadastramento de visitantes, CFTV com câmera colorida
• PABX, som ambiente, antena coletiva, central de fax e xerox
• Concierge (manutenção e pequenos reparos),
Arrumação e limpeza, posto de coleta de lavanderia
• Excelente apartamento 178 m2
Salão com Vista para o mar, toda a Barra e a Lagoa,
Varandão piso cerâmica
• 4 Quartos, sendo 2 suítes, 1 banheiro social,
Lavabo, Copa-cozinha, Área de serviço,
Dependências de empregada,
3 vagas de garagem
• Preço: R$ 1.250.000,00
• 15 andares, 4 apartamentos por andar
• 2 apartamentos de frente para a lagoa
e 2 voltados para o condomínio
• Integrado à natureza
• Condomínio com segurança e lazer para toda família
• Piscina de adulto e piscina infantil
• Bar na área das piscinas
• Playground com brinquedos
• Sauna seca e sauna a vapor
• Coffee shop, salão de festas
• Sala de ginástica equipada, sala de recreação
• Proteção perimetral com sensores infravermelhos,
controle de acesso por leitora de proximidade
• Cadastramento de visitantes, CFTV com câmera colorida
• PABX, som ambiente, antena coletiva, central de fax e xerox
• Concierge (manutenção e pequenos reparos),
Arrumação e limpeza, posto de coleta de lavanderia
REFORMA EM RESIDÊNCIAS: CLASSE MÉDIA TERÁ NOVA LINHA DE CRÉDITO PARA MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
BRASÍLIA, SÃO PAULO e RIO - por Fábio Rossi.
A nova linha de crédito para compra de material de construção com recursos do FGTS, voltada para a classe média, estará disponível no início de fevereiro, segundo a Caixa Econômica Federal. O banco, que é operador do Fundo, baixará uma circular, a ser publicada no Diário Oficial da União, com todos os detalhes da modalidade — aprovada ontem pelo Conselho Curador do FGTS, conforme informou O GLOBO na edição de terça.
Trabalhadores que têm conta vinculada ao FGTS, independentemente da renda, poderão tomar empréstimo de até R$ 20 mil para reformar ou ampliar seu imóvel. A linha estará disponível para quem tem renda a partir de R$ 5.400. O custo efetivo total será de no máximo 12% ao ano, e o prazo de pagamento, de até 120 meses. A linha terá inicialmente R$ 300 milhões, mas, dependendo da demanda, poderá chegar a R$ 1 bilhão por ano.
Para fazer o financiamento, os interessados terão de procurar a Caixa ou outras instituições que quiserem operar a linha. Somente depois devem se dirigir às lojas de material de construção. Será preciso ainda passar pela análise de risco do banco.
Como o FGTS está dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), somente poderão ser reformados imóveis no valor máximo de R$ 500 mil. A avaliação será feita pelo agente financeiro, de acordo com preços de mercado.
— A circular (com os detalhes da operação) sairá antes de 30 dias — garantiu o vice-presidente de Fundo de Governo e Loterias da Caixas, Fabio Cleto.
Anefac: custo é o menor do mercado
Miguel Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), ressalta que os custos da nova linha com recursos do FGTS para material de construção são, de longe, os menores do mercado:
— A taxa de 12% ao ano é bastante atraente, é menos que a metade dos menores juros cobrados neste tipo de crédito pelo mercado.
Uma das menores taxas para financiar a aquisição de materiais de construção do mercado hoje é a do Construcard, linha da Caixa, de 1,98% ao mês, ou 26,53% anuais, para um prazo máximo de 60 meses. No Construshop, do Itaú Unibanco, também voltado para reformas residenciais, a menor taxa é de 2,06% mensais (27,72% ao ano), com prazo de 60 meses e valor máximo de R$ 300 mil. Mas ambos só são oferecidos para clientes dos dois bancos. No entanto, diferentemente da nova linha do FGTS, eles também podem ser usados na aquisição de móveis e objetos de decoração.
O representante da Confederação Nacional do Comércio (CNC) no Conselho Curador do FGTS e presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Claudio Conz, defendeu que a Caixa tenha agilidade e não complique a nova linha de crédito ao regulamentá-la.
— Está começando um crédito de balcão. A Caixa não pode ser burocrática — disse Conz.
Embora considere o limite de R$ 20 mil razoável, diante da média desse tipo de operação no mercado (de R$ 8 mil), Conz disse que o Conselho Curador pode estudar ampliar o valor. Para ele, o maior benefício para os trabalhadores é uma taxa de juros mais em conta. Os percentuais cobrados pelos bancos atualmente na modalidade variam entre 23,14% e 56,27% ao ano, dependendo do perfil do tomador e do prazo de pagamento.
Apesar de as taxas de juros variarem de acordo com a captação do governo, a máxima a ser aplicada, na opinião do professor de finanças do Ibmec e da FGV Marcos Heringer, pode ser considerada baixa. Ao simular o financiamento de materiais com juros a 12%, a variação ao mês fica em 0,95%, enquanto na linha de crédito pessoal a taxa pode chegar a 5% no mesmo período, e no cartão, a 12% ao mês.
— Os depósitos no Fundo de Garantia não rendem 12% ao ano. Portanto, acho que os valores praticados poderiam ser ainda menores — explica Heringer.
Segundo Conz, da Anamaco, a medida também tem potencial para aquecer o segmento de material de construção, que cresceu menos em 2011 devido às medidas de restrição ao crédito adotadas pelo governo. A alta foi de 4,5% sobre 2010, cuja expansão tinha sido de 10,8%. Para este ano, a previsão é de um aumento entre 7% e 8%. Há no país 138 mil lojas de material de construção.
Para atender famílias de baixa renda (até R$ 5.400), o FGTS oferece linhas de financiamento de material de construção com taxas de juros ainda mais baixas, de 8,16% ao ano. Nos últimos oito anos, foram emprestados a esse segmento R$ 3,5 bilhões, segundo dados do Conselho Curador. Além de materiais, esse segmento tem acesso a financiamentos habitacionais mais em conta, no programa Minha Casa, Minha Vida.
Para o assessor especial do Ministério do Trabalho, Paulo Furtado, a nova linha de crédito é uma extensão de uma modalidade já existente. É a chamada Pró-cotista, que oferece R$ 1 bilhão anualmente para financiamentos habitacionais com taxa de juros de 7,66% por ano.
Segundo ele, a nova modalidade é mais um benefício para o trabalhador, que contribui para o FGTS. Mas, os juros a serem pagos, apesar de serem mais baixos do que os cobrados pelo mercado, estão muito acima do valor pago pelo governo para remunerar os cotistas do Fundo — que são de 3% ao ano, mais a TR.
Arquiteto sugere obra ‘de dentro para fora’
O teto de R$ 20 mil pode não ser suficiente para quem planeja uma megarreforma, dizem arquitetos. Mas, com pesquisa e criatividade, é possível dar cara nova à casa e até bancar alterações estruturais. O arquiteto Jairo de Sender recomenda um investimento "de dentro para fora":
— É melhor trocar encanamentos e a parte elétrica, se necessário. Hoje há uma variedade muito grande de materiais no mercado, e alternativas baratas como piso de cimento e instalações aparentes estão na moda. Janeiro, aliás, é uma ótima época para comprar material de construção, pois há numerosas liquidações.
Para a arquiteta Sophia Galvão, a melhor opção pode ser reformar um ambiente por vez. Mas alerta:
— Em vários casos, a mão de obra é mais cara que os materiais.
A nova linha do FGTS também poderá ser usada na instalação de Hidrômetros de Medição Individual, bem como na implantação de Sistema de Aquecimento Solar (SAS) e itens que visem à acessibilidade.
FÁBIO ROSSI.
A nova linha de crédito para compra de material de construção com recursos do FGTS, voltada para a classe média, estará disponível no início de fevereiro, segundo a Caixa Econômica Federal. O banco, que é operador do Fundo, baixará uma circular, a ser publicada no Diário Oficial da União, com todos os detalhes da modalidade — aprovada ontem pelo Conselho Curador do FGTS, conforme informou O GLOBO na edição de terça.
Trabalhadores que têm conta vinculada ao FGTS, independentemente da renda, poderão tomar empréstimo de até R$ 20 mil para reformar ou ampliar seu imóvel. A linha estará disponível para quem tem renda a partir de R$ 5.400. O custo efetivo total será de no máximo 12% ao ano, e o prazo de pagamento, de até 120 meses. A linha terá inicialmente R$ 300 milhões, mas, dependendo da demanda, poderá chegar a R$ 1 bilhão por ano.
Para fazer o financiamento, os interessados terão de procurar a Caixa ou outras instituições que quiserem operar a linha. Somente depois devem se dirigir às lojas de material de construção. Será preciso ainda passar pela análise de risco do banco.
Como o FGTS está dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), somente poderão ser reformados imóveis no valor máximo de R$ 500 mil. A avaliação será feita pelo agente financeiro, de acordo com preços de mercado.
— A circular (com os detalhes da operação) sairá antes de 30 dias — garantiu o vice-presidente de Fundo de Governo e Loterias da Caixas, Fabio Cleto.
Anefac: custo é o menor do mercado
Miguel Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), ressalta que os custos da nova linha com recursos do FGTS para material de construção são, de longe, os menores do mercado:
— A taxa de 12% ao ano é bastante atraente, é menos que a metade dos menores juros cobrados neste tipo de crédito pelo mercado.
Uma das menores taxas para financiar a aquisição de materiais de construção do mercado hoje é a do Construcard, linha da Caixa, de 1,98% ao mês, ou 26,53% anuais, para um prazo máximo de 60 meses. No Construshop, do Itaú Unibanco, também voltado para reformas residenciais, a menor taxa é de 2,06% mensais (27,72% ao ano), com prazo de 60 meses e valor máximo de R$ 300 mil. Mas ambos só são oferecidos para clientes dos dois bancos. No entanto, diferentemente da nova linha do FGTS, eles também podem ser usados na aquisição de móveis e objetos de decoração.
O representante da Confederação Nacional do Comércio (CNC) no Conselho Curador do FGTS e presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Claudio Conz, defendeu que a Caixa tenha agilidade e não complique a nova linha de crédito ao regulamentá-la.
— Está começando um crédito de balcão. A Caixa não pode ser burocrática — disse Conz.
Embora considere o limite de R$ 20 mil razoável, diante da média desse tipo de operação no mercado (de R$ 8 mil), Conz disse que o Conselho Curador pode estudar ampliar o valor. Para ele, o maior benefício para os trabalhadores é uma taxa de juros mais em conta. Os percentuais cobrados pelos bancos atualmente na modalidade variam entre 23,14% e 56,27% ao ano, dependendo do perfil do tomador e do prazo de pagamento.
Apesar de as taxas de juros variarem de acordo com a captação do governo, a máxima a ser aplicada, na opinião do professor de finanças do Ibmec e da FGV Marcos Heringer, pode ser considerada baixa. Ao simular o financiamento de materiais com juros a 12%, a variação ao mês fica em 0,95%, enquanto na linha de crédito pessoal a taxa pode chegar a 5% no mesmo período, e no cartão, a 12% ao mês.
— Os depósitos no Fundo de Garantia não rendem 12% ao ano. Portanto, acho que os valores praticados poderiam ser ainda menores — explica Heringer.
Segundo Conz, da Anamaco, a medida também tem potencial para aquecer o segmento de material de construção, que cresceu menos em 2011 devido às medidas de restrição ao crédito adotadas pelo governo. A alta foi de 4,5% sobre 2010, cuja expansão tinha sido de 10,8%. Para este ano, a previsão é de um aumento entre 7% e 8%. Há no país 138 mil lojas de material de construção.
Para atender famílias de baixa renda (até R$ 5.400), o FGTS oferece linhas de financiamento de material de construção com taxas de juros ainda mais baixas, de 8,16% ao ano. Nos últimos oito anos, foram emprestados a esse segmento R$ 3,5 bilhões, segundo dados do Conselho Curador. Além de materiais, esse segmento tem acesso a financiamentos habitacionais mais em conta, no programa Minha Casa, Minha Vida.
Para o assessor especial do Ministério do Trabalho, Paulo Furtado, a nova linha de crédito é uma extensão de uma modalidade já existente. É a chamada Pró-cotista, que oferece R$ 1 bilhão anualmente para financiamentos habitacionais com taxa de juros de 7,66% por ano.
Segundo ele, a nova modalidade é mais um benefício para o trabalhador, que contribui para o FGTS. Mas, os juros a serem pagos, apesar de serem mais baixos do que os cobrados pelo mercado, estão muito acima do valor pago pelo governo para remunerar os cotistas do Fundo — que são de 3% ao ano, mais a TR.
Arquiteto sugere obra ‘de dentro para fora’
O teto de R$ 20 mil pode não ser suficiente para quem planeja uma megarreforma, dizem arquitetos. Mas, com pesquisa e criatividade, é possível dar cara nova à casa e até bancar alterações estruturais. O arquiteto Jairo de Sender recomenda um investimento "de dentro para fora":
— É melhor trocar encanamentos e a parte elétrica, se necessário. Hoje há uma variedade muito grande de materiais no mercado, e alternativas baratas como piso de cimento e instalações aparentes estão na moda. Janeiro, aliás, é uma ótima época para comprar material de construção, pois há numerosas liquidações.
Para a arquiteta Sophia Galvão, a melhor opção pode ser reformar um ambiente por vez. Mas alerta:
— Em vários casos, a mão de obra é mais cara que os materiais.
A nova linha do FGTS também poderá ser usada na instalação de Hidrômetros de Medição Individual, bem como na implantação de Sistema de Aquecimento Solar (SAS) e itens que visem à acessibilidade.
FÁBIO ROSSI.
INVESTIMENTO DO FGTS - FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO.
Investimento do FGTS
O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a destinação de R$ 18 bilhões para projetos nas áreas de habitação, saneamento e infraestrutura urbana via fundos de investimento e recebíveis imobiliários. O FGTS exigirá uma rentabilidade mínima de 6% ao ano, mais 1% de taxa de risco do agente operador, para os projetos de saneamento e infraestrutura, que contarão com uma verba de R$ 3 bilhões cada, conforme a Resolução nº 681 do conselho curador. Na área de habitação, para a qual foram reservados R$ 12 bilhões, a taxa mínima anual será de 8%.
O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a destinação de R$ 18 bilhões para projetos nas áreas de habitação, saneamento e infraestrutura urbana via fundos de investimento e recebíveis imobiliários. O FGTS exigirá uma rentabilidade mínima de 6% ao ano, mais 1% de taxa de risco do agente operador, para os projetos de saneamento e infraestrutura, que contarão com uma verba de R$ 3 bilhões cada, conforme a Resolução nº 681 do conselho curador. Na área de habitação, para a qual foram reservados R$ 12 bilhões, a taxa mínima anual será de 8%.
sábado, 14 de janeiro de 2012
L Ecran Lagoa
L Ecran Lagoa
Apartamentos de 4 quartos na Lagoa;
Composto de 18 unidades, todas com 4 suítes;
Área privativa das unidades tipo entre 158,91 e 223,22m²;
Área privativa das coberturas duplex entre 318,15 e 398,14m².
Ampla varanda, 2 ou 3 vagas de garagem, 3 elevadores, área de lazer. Possibilidade de modificação na planta.
Sofisticação e exclusividade em uma das regiões mais valorizadas da Cidade. Garanta já sua unidade!
Lagoa
No de quartos:
4 suítes
Área:
158 - 223m² (tipo);
318 - 398m² (coberturas)
Vagas garagem:
2 e 3 vagas
Características do empreendimento:
Fitness
Salão de Festas
Piscina
Apartamentos de 4 quartos na Lagoa;
Composto de 18 unidades, todas com 4 suítes;
Área privativa das unidades tipo entre 158,91 e 223,22m²;
Área privativa das coberturas duplex entre 318,15 e 398,14m².
Ampla varanda, 2 ou 3 vagas de garagem, 3 elevadores, área de lazer. Possibilidade de modificação na planta.
Sofisticação e exclusividade em uma das regiões mais valorizadas da Cidade. Garanta já sua unidade!
Lagoa
No de quartos:
4 suítes
Área:
158 - 223m² (tipo);
318 - 398m² (coberturas)
Vagas garagem:
2 e 3 vagas
Características do empreendimento:
Fitness
Salão de Festas
Piscina
ALFA CORPORATE
Alfa Corporate
Salas e espaços corporativos.
Salas com área entre 24 e 36m²; com possibilidade de junção de salas. Espaços corporativos de 157 a 1700m².
Lobby com 10m de pé direito; 8 elevadores, direito a uso de vaga.
Área comum localizada no terraço, com vista panorâmica.
Localizada próximo à futura área do Porto Maravilha, ao Centro e facilidade de acesso a diversos pontos da Cidade.
Garanta já sua unidade!
Lojas e Salas Comerciais
Área:
24 - 36m² (salas);
157 - 1700m² (corporativos)
Vagas garagem:
Direito a uso de vaga
Características do empreendimento:
Fitness
Spa
Sala de Reunião
Acesso
Auditório
Galeria de Lojas
Restaurante
Lobby
Coffee Shop
Salas e espaços corporativos.
Salas com área entre 24 e 36m²; com possibilidade de junção de salas. Espaços corporativos de 157 a 1700m².
Lobby com 10m de pé direito; 8 elevadores, direito a uso de vaga.
Área comum localizada no terraço, com vista panorâmica.
Localizada próximo à futura área do Porto Maravilha, ao Centro e facilidade de acesso a diversos pontos da Cidade.
Garanta já sua unidade!
Lojas e Salas Comerciais
Área:
24 - 36m² (salas);
157 - 1700m² (corporativos)
Vagas garagem:
Direito a uso de vaga
Características do empreendimento:
Fitness
Spa
Sala de Reunião
Acesso
Auditório
Galeria de Lojas
Restaurante
Lobby
Coffee Shop
UPTOWN
Uptown Av. Ayrton Senna
Lojas e salas comerciais na Barra da Tijuca.
Composto de 122 lojas, sendo 2 âncoras, com área privativa a partir de 35m²; 241 salas com área entre 23 e 1345m².
Mais de 1600 vagas.
Possui 250m de frente para Avenida Ayrton Senna, mais de 6.000m² de espaço para eventos.
Um imenso espaço para atacadistas e grandes magazines.
Estrategicamente situado em região com grande fluxo de veículos, próximo à Linha Amarela, Transcarioca, Transolímpica e Transoeste, ao Centro Metropolitano, facilidade de acesso ao futuro metrô, em frente à futura estação BRT e Vila Olímpica da Barra.
Não perca esta grande oportunidade de investimento.
Garanta já sua unidade!
Lojas e salas comerciais na Barra da Tijuca.
Composto de 122 lojas, sendo 2 âncoras, com área privativa a partir de 35m²; 241 salas com área entre 23 e 1345m².
Mais de 1600 vagas.
Possui 250m de frente para Avenida Ayrton Senna, mais de 6.000m² de espaço para eventos.
Um imenso espaço para atacadistas e grandes magazines.
Estrategicamente situado em região com grande fluxo de veículos, próximo à Linha Amarela, Transcarioca, Transolímpica e Transoeste, ao Centro Metropolitano, facilidade de acesso ao futuro metrô, em frente à futura estação BRT e Vila Olímpica da Barra.
Não perca esta grande oportunidade de investimento.
Garanta já sua unidade!
Marcadores:
AVENIDA AYRTON SENNA,
BRT,
CENTRO METROPOLITANO,
LINHA AMRELA,
LOJAS,
METRÔ,
SALAS COMERCIAIS,
TRANSCARIOCA,
TRANSOESTE,
TRANSOLÍMPICA,
UPTOWN,
VILA OLÍMPICA
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Novos empreendimentos imobiliários contribuem para a revitalização da Lapa
Novos empreendimentos imobiliários contribuem para a revitalização da Lapa
O processo de recuperação da Lapa, tradicional bairro boêmio da capital fluminense, foi iniciado em julho do ano passado pelo Grupamento de Revitalização do Centro Histórico do Rio de Janeiro e continua a pleno vapor. A restauração de vias, monumentos históricos, e a modernização da iluminação estimam investimentos em torno de R$ 12 milhões.
No espaço alvo do programa de revitalização da Lapa, que inclui as avenidas Mem de Sá e República do Líbano, além das ruas do Lavradio, Gomes Freire, República do Paraguai, Senador Dantas, Visconde do Rio Branco e Joaquim Silva, os empreendimentos imobiliários crescem a cada dia, atraindo empresas de todos os portes para a região, de grande potencial comercial e turístico.
Ali já estão, por exemplo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Petrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Oi, Tribunal Regional do Trabalho, além da Fundição Progresso, centro de cultura, meio ambiente e educação que começou a surgir em 1987 no local onde funcionou uma antiga fundição de fogões e cofres.
Outra estatal que promete mudar para o bairro da Lapa é a Eletrobras. A empresa anunciou que começará a construir um novo prédio-sede em 2012, no bairro, que irá abrigar os 3,5 mil funcionários da holding do setor elétrico, da Eletronuclear e da Eletropar, até 2015.
Segundo revelou o diretor de Gestão Corporativa da estatal, Miguel Colasuonno, a iniciativa contribuirá com a prefeitura carioca para a revitalização da área, preservando, porém, as características históricas do bairro e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da cidade. O edifício será construído ao lado da Fundição Progresso. Serão investidos na construção R$ 400 milhões, oriundos do fundo imobiliário da Caixa Econômica Federal, informou Colasuonno.
Rio de Janeiro
Por: Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Edição: Aécio Amado
01/01/2012
O processo de recuperação da Lapa, tradicional bairro boêmio da capital fluminense, foi iniciado em julho do ano passado pelo Grupamento de Revitalização do Centro Histórico do Rio de Janeiro e continua a pleno vapor. A restauração de vias, monumentos históricos, e a modernização da iluminação estimam investimentos em torno de R$ 12 milhões.
No espaço alvo do programa de revitalização da Lapa, que inclui as avenidas Mem de Sá e República do Líbano, além das ruas do Lavradio, Gomes Freire, República do Paraguai, Senador Dantas, Visconde do Rio Branco e Joaquim Silva, os empreendimentos imobiliários crescem a cada dia, atraindo empresas de todos os portes para a região, de grande potencial comercial e turístico.
Ali já estão, por exemplo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Petrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Oi, Tribunal Regional do Trabalho, além da Fundição Progresso, centro de cultura, meio ambiente e educação que começou a surgir em 1987 no local onde funcionou uma antiga fundição de fogões e cofres.
Outra estatal que promete mudar para o bairro da Lapa é a Eletrobras. A empresa anunciou que começará a construir um novo prédio-sede em 2012, no bairro, que irá abrigar os 3,5 mil funcionários da holding do setor elétrico, da Eletronuclear e da Eletropar, até 2015.
Segundo revelou o diretor de Gestão Corporativa da estatal, Miguel Colasuonno, a iniciativa contribuirá com a prefeitura carioca para a revitalização da área, preservando, porém, as características históricas do bairro e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da cidade. O edifício será construído ao lado da Fundição Progresso. Serão investidos na construção R$ 400 milhões, oriundos do fundo imobiliário da Caixa Econômica Federal, informou Colasuonno.
Rio de Janeiro
Por: Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Edição: Aécio Amado
01/01/2012
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
MINHA CASA, MINHA VIDA DEFINE COTAS PARA IDOSOS E DEFICIENTES FÍSICOS.
SÃO PAULO - O Ministério das Cidades publicou nesta terça-feira, no Diário Oficial da União, portaria, de número 140, que estabelece novos parâmetros para a seleção de beneficiários do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida para a faixa de renda familiar de até R$ 1,6 mil. O governo tornou mais rígidos os critérios de seleção — passando de três para quatro o número mínimo de requisitos a serem atendidos pelo beneficiário – e estabeleceu percentuais mínimos para atendimento de idosos e deficientes físicos.
A portaria determina que 3% das moradias devem ser destinadas a idosos e a pessoas portadoras de deficiência física. Na portaria de 5 de março de 2010, revogada pela portaria publicada hoje, já existia a exigência de prioridade para esses dois públicos, mas não era indicado um percentual mínimo. Para deficientes, a indicação era condicionada ao número de habitações adaptadas ou adaptáveis no empreendimento, e para os idosos era estabelecido que o número de moradias seguiria “os percentuais mínimos previstos em normativos específicos dos programas integrantes do PMCMV”.
Os beneficiários do programa são escolhidos a partir de critérios como a prioridade para famílias que vivem em situação de risco ou que tenham sido desabrigadas e moradores próximos aos empreendimentos. Os critérios foram mantidos, mas agora há maior exigência de atendimento para a seleção.
A portaria também estabelece que a Caixa Econômica Federal deverá, após a verificação das informações dos candidatos inscritos, enviar para o responsável pela seleção – Estados, municípios ou o Ministério das Cidades – uma lista das pessoas que são aptas a participar e outra das que tiveram informações incompatíveis com as diretrizes do programa. A relação de candidatos aptos a participar deverá ser publicada pelo ente público responsável pela seleção até quinze dias após a notificação pela Caixa.
(Samantha Maia | Valor)
A portaria determina que 3% das moradias devem ser destinadas a idosos e a pessoas portadoras de deficiência física. Na portaria de 5 de março de 2010, revogada pela portaria publicada hoje, já existia a exigência de prioridade para esses dois públicos, mas não era indicado um percentual mínimo. Para deficientes, a indicação era condicionada ao número de habitações adaptadas ou adaptáveis no empreendimento, e para os idosos era estabelecido que o número de moradias seguiria “os percentuais mínimos previstos em normativos específicos dos programas integrantes do PMCMV”.
Os beneficiários do programa são escolhidos a partir de critérios como a prioridade para famílias que vivem em situação de risco ou que tenham sido desabrigadas e moradores próximos aos empreendimentos. Os critérios foram mantidos, mas agora há maior exigência de atendimento para a seleção.
A portaria também estabelece que a Caixa Econômica Federal deverá, após a verificação das informações dos candidatos inscritos, enviar para o responsável pela seleção – Estados, municípios ou o Ministério das Cidades – uma lista das pessoas que são aptas a participar e outra das que tiveram informações incompatíveis com as diretrizes do programa. A relação de candidatos aptos a participar deverá ser publicada pelo ente público responsável pela seleção até quinze dias após a notificação pela Caixa.
(Samantha Maia | Valor)
domingo, 25 de dezembro de 2011
Santander inaugura segunda agência dentro de uma favela do Rio.
Santander inaugura segunda agência dentro de uma favela do Rio.
Agência do banco na Vila Cruzeiro foi aberta nesta segunda-feira, 19 de dezembro de 2011.
Além dos serviços financeiros, comunidade vai contar com cursos.
O Santander inaugurou, segunda-feira (19), a segunda agência do banco dentro de uma favela do Rio de Janeiro.
A agência fica na Praça São Lucas, em uma área bem central da Vila Cruzeiro, na Zona Norte da cidade. A primeira unidade do Santander em uma favela do Brasil foi inaugurada no Complexo do Alemão, em maio de 2010.
Vila Cruzeiro e Alemão foram ocupadas e pacificadas por forças policiais no fim de novembro do ano passado.
Brasil pode representar 30% dos resultados do Santander, diz Portela.
Hoje, passado um ano e meio, a agência bancária do Alemão tem 1,2 mil clientes. “Além dos nossos serviços financeiros, ao mesmo tempo a agência vai ser um centro comunitário”, ressaltou o presidente do Santander Brasil, Marcial Portela.
Além do atendimento aos moradores e comerciantes locais, a agência vai promover a capacitação profissional, a inclusão digital, o empreendedorismo e atividades culturais.
Um espaço multiuso dentro da agência vai poder ser aproveitado pela Associação dos Moradores para atendimento social.
“O AfroReggae vai dedicar muito capital humano para o desenvolvimento dessa agência”, disse Portela.
Os moradores da Vila Cruzeiro vão poder fazer cursos de idioma online e de profissionalização, e podem ganhar bolsas de estudos internacionais durante os próximos cinco anos.
O Santander vai conceder, ainda, bolsas para o curso de empreendedorismo on line da Babson College.
‘Agência traz direitos ao cidadão’
A expectativa de Portela é de que, em um ano, a agência da Vila Cruzeiro tenha e mesma quantidade de clientes que a do Complexo do Alemão.
“Estamos muito satisfeitos com os resultados do Santander Alemão. É uma performance muito boa”, afirmou.
Assim que a agência da Vila Cruzeiro foi inaugurada, já havia moradores da favela querendo abrir conta.
“Um deles veio com uma conta de luz, para usar como comprovante de residência, e disse: ‘Eu quero ser o cliente número um!’”, contou uma funcionária do Santander.
Para Reginaldo Lima, assessor-executivo do AfroReggae, a instalação de agências bancárias em favela é uma forma de deixar a comunidade em condições iguais ao resto da cidade.
“A agência vai trazer todos os direitos para o cidadão da comunidade, no sentido da utilizar os serviços bancários”, destacou Lima.
Novas agências em favelas do RJ e SP
“Instala-se, junto com o banco, o fim da ruptura.
Deixa de existir a cidade e a favela, e passa a existir somente a cidade”, afirmou Lima.
Antônio de Pádua Alencar, gerente-geral agência Santander na Vila Cruzeiro, e que trabalhou no banco do Complexo do Alemão, informou que os produtos mais procurados são o microcrédito, o cartão de crédito, a conta corrente e a poupança.
O presidente do Santander no Brasil enfatizou que o banco pretende instalar outras agências em favelas, não só no Rio, mas em outras cidades.
“Estamos olhando em São Paulo. É muito bom para as comunidades ter mais oferta de serviços bancários e financeiros”, ressaltou Portela.
Entretanto, ele preferiu não adiantar quais comunidades exatamente estão sendo estudadas para receber uma agência.
“Não divulgaremos antecipadamente para não induzir a erro, já que ainda não está definida qual será a próxima comunidade”, finalizou.
19/12/2011
Bernardo Tabak
Do G1 RJ
Agência do banco na Vila Cruzeiro foi aberta nesta segunda-feira, 19 de dezembro de 2011.
Além dos serviços financeiros, comunidade vai contar com cursos.
O Santander inaugurou, segunda-feira (19), a segunda agência do banco dentro de uma favela do Rio de Janeiro.
A agência fica na Praça São Lucas, em uma área bem central da Vila Cruzeiro, na Zona Norte da cidade. A primeira unidade do Santander em uma favela do Brasil foi inaugurada no Complexo do Alemão, em maio de 2010.
Vila Cruzeiro e Alemão foram ocupadas e pacificadas por forças policiais no fim de novembro do ano passado.
Brasil pode representar 30% dos resultados do Santander, diz Portela.
Hoje, passado um ano e meio, a agência bancária do Alemão tem 1,2 mil clientes. “Além dos nossos serviços financeiros, ao mesmo tempo a agência vai ser um centro comunitário”, ressaltou o presidente do Santander Brasil, Marcial Portela.
Além do atendimento aos moradores e comerciantes locais, a agência vai promover a capacitação profissional, a inclusão digital, o empreendedorismo e atividades culturais.
Um espaço multiuso dentro da agência vai poder ser aproveitado pela Associação dos Moradores para atendimento social.
“O AfroReggae vai dedicar muito capital humano para o desenvolvimento dessa agência”, disse Portela.
Os moradores da Vila Cruzeiro vão poder fazer cursos de idioma online e de profissionalização, e podem ganhar bolsas de estudos internacionais durante os próximos cinco anos.
O Santander vai conceder, ainda, bolsas para o curso de empreendedorismo on line da Babson College.
‘Agência traz direitos ao cidadão’
A expectativa de Portela é de que, em um ano, a agência da Vila Cruzeiro tenha e mesma quantidade de clientes que a do Complexo do Alemão.
“Estamos muito satisfeitos com os resultados do Santander Alemão. É uma performance muito boa”, afirmou.
Assim que a agência da Vila Cruzeiro foi inaugurada, já havia moradores da favela querendo abrir conta.
“Um deles veio com uma conta de luz, para usar como comprovante de residência, e disse: ‘Eu quero ser o cliente número um!’”, contou uma funcionária do Santander.
Para Reginaldo Lima, assessor-executivo do AfroReggae, a instalação de agências bancárias em favela é uma forma de deixar a comunidade em condições iguais ao resto da cidade.
“A agência vai trazer todos os direitos para o cidadão da comunidade, no sentido da utilizar os serviços bancários”, destacou Lima.
Novas agências em favelas do RJ e SP
“Instala-se, junto com o banco, o fim da ruptura.
Deixa de existir a cidade e a favela, e passa a existir somente a cidade”, afirmou Lima.
Antônio de Pádua Alencar, gerente-geral agência Santander na Vila Cruzeiro, e que trabalhou no banco do Complexo do Alemão, informou que os produtos mais procurados são o microcrédito, o cartão de crédito, a conta corrente e a poupança.
O presidente do Santander no Brasil enfatizou que o banco pretende instalar outras agências em favelas, não só no Rio, mas em outras cidades.
“Estamos olhando em São Paulo. É muito bom para as comunidades ter mais oferta de serviços bancários e financeiros”, ressaltou Portela.
Entretanto, ele preferiu não adiantar quais comunidades exatamente estão sendo estudadas para receber uma agência.
“Não divulgaremos antecipadamente para não induzir a erro, já que ainda não está definida qual será a próxima comunidade”, finalizou.
19/12/2011
Bernardo Tabak
Do G1 RJ
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VILA CRUZEIRO,
ZONA NORTE
Inbrands adquire 100% da Mandi por R$ 40 milhões.
Inbrands adquire 100% da Mandi por R$ 40 milhões.
Mandi reúne as marcas Mandi, Los Dos e Mandi&Co.
Em novembro, Inbrands adquiriu 100% da Richards.
A Inbrands, grupo de moda do fundo de investimento PCP, anunciou nesta quarta-feira (21) a aquisição de 100% da grife Mandi, do empresário Alexandre Brett.
O valor da negociação é de R$ 40 milhões, sendo que uma parte será paga em dinheiro e R$ 20 milhões por meio de troca de ações, o que representa cerca de 3% do capital social da Inbrands.
Inbrands compra 100% da Cia de Marcas, dona da Richards.
A holding de moda já era dona de 0,005% da Mandi, que detém as marcas Mandi, Los Dos, Mandi&Co e representa a grife americana Juicy Couture no Brasil. A Mandi&Co possui 33 lojas.
"A Inbrands já detém participação acionária indireta de 0,005% no capital social da Mandi e considera o aumento de participação para 100% como um importante passo na complementação de seu portfólio e na sua estratégia de consolidação de mercado", informou a empresa em comunicado enviado à Comissão Mobiliária de Valores (CVM).
O empresário Alexandre Brett é também o criador das grifes VRMens e VR Kids, adquiridas em fevereiro pela Inbrands.
Em novembro, a Inbrands também adquiriu 100% da Richards.
A holding de moda do PCP é dona das grifes Ellus, Richards, VR, Alexandre Herchcovitch e Salinas, além de deter 25% da Luminosidade, empresa responsável pelo SPFW e Fashion Rio.
Em maio deste ano, a Inbrands registrou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
No entanto, em setembro, a companhia avisou ao mercado que havia desistido da operação
21/12/2011
Do G1, com Valor OnLine
Mandi reúne as marcas Mandi, Los Dos e Mandi&Co.
Em novembro, Inbrands adquiriu 100% da Richards.
A Inbrands, grupo de moda do fundo de investimento PCP, anunciou nesta quarta-feira (21) a aquisição de 100% da grife Mandi, do empresário Alexandre Brett.
O valor da negociação é de R$ 40 milhões, sendo que uma parte será paga em dinheiro e R$ 20 milhões por meio de troca de ações, o que representa cerca de 3% do capital social da Inbrands.
Inbrands compra 100% da Cia de Marcas, dona da Richards.
A holding de moda já era dona de 0,005% da Mandi, que detém as marcas Mandi, Los Dos, Mandi&Co e representa a grife americana Juicy Couture no Brasil. A Mandi&Co possui 33 lojas.
"A Inbrands já detém participação acionária indireta de 0,005% no capital social da Mandi e considera o aumento de participação para 100% como um importante passo na complementação de seu portfólio e na sua estratégia de consolidação de mercado", informou a empresa em comunicado enviado à Comissão Mobiliária de Valores (CVM).
O empresário Alexandre Brett é também o criador das grifes VRMens e VR Kids, adquiridas em fevereiro pela Inbrands.
Em novembro, a Inbrands também adquiriu 100% da Richards.
A holding de moda do PCP é dona das grifes Ellus, Richards, VR, Alexandre Herchcovitch e Salinas, além de deter 25% da Luminosidade, empresa responsável pelo SPFW e Fashion Rio.
Em maio deste ano, a Inbrands registrou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
No entanto, em setembro, a companhia avisou ao mercado que havia desistido da operação
21/12/2011
Do G1, com Valor OnLine
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Salinas,
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VR Kids,
VRMens
A Petrobras assinou novos contratos referentes ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)
Petrobras assina contratos com Jaraguá e Egesa
A Petrobras assinou nesta quarta-feira dois novos contratos referentes a projetos atrelados ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Com a empresa Jaraguá, a estatal negociou, entre outras atividades, a execução dos serviços de elaboração do projeto executivo, construção civil e montagem eletromecânica das interligações, subestações e do sistema de combustão de vapores para a área de tancagem. "Serão executadas as interligações de 49 tanques, cinco vasos, seis esferas, além de quatro subestações", destacou a companhia.
As companhias preveem a utilização de aproximadamente 4.200 toneladas de tubulação, 40 mil metros cúbicos de concreto para as estruturas e 730 km de cabos elétricos. O prazo contratual para execução dos serviços é de 900 dias corridos.
Em outro documento, assinado com a empresa Egesa, ficou estabelecida a execução dos serviços de construção civil da via de acesso para transporte dos equipamentos especiais do Comperj. A via de acesso terrestre possui extensão aproximada de 18 km, dos quais aproximadamente 14 km no município de São Gonçalo e cerca de 4 km em Itaboraí. "O objetivo principal dessa contratação é possibilitar o transporte de equipamentos com pesos e dimensões especiais, desde o píer, que será construído na Praia da Beira, localizada em São Gonçalo, até a Rodovia BR-493, em Itaboraí", explicou a estatal. O prazo contratual para a realização dos serviços é de 480 dias corridos.
Convênio
A Petrobras também informou a assinatura de um convênio para produção de mudas no Horto do Jardim Botânico de Niterói, destinadas à recomposição vegetal na área de influência do empreendimento. O acordo com a Sociedade dos Amigos do Jardim Botânico de Niterói (Samjarboni) prevê a produção de 750 mil mudas de espécies arbóreas.
21/12/2011
Agencia Estado
A Petrobras assinou nesta quarta-feira dois novos contratos referentes a projetos atrelados ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Com a empresa Jaraguá, a estatal negociou, entre outras atividades, a execução dos serviços de elaboração do projeto executivo, construção civil e montagem eletromecânica das interligações, subestações e do sistema de combustão de vapores para a área de tancagem. "Serão executadas as interligações de 49 tanques, cinco vasos, seis esferas, além de quatro subestações", destacou a companhia.
As companhias preveem a utilização de aproximadamente 4.200 toneladas de tubulação, 40 mil metros cúbicos de concreto para as estruturas e 730 km de cabos elétricos. O prazo contratual para execução dos serviços é de 900 dias corridos.
Em outro documento, assinado com a empresa Egesa, ficou estabelecida a execução dos serviços de construção civil da via de acesso para transporte dos equipamentos especiais do Comperj. A via de acesso terrestre possui extensão aproximada de 18 km, dos quais aproximadamente 14 km no município de São Gonçalo e cerca de 4 km em Itaboraí. "O objetivo principal dessa contratação é possibilitar o transporte de equipamentos com pesos e dimensões especiais, desde o píer, que será construído na Praia da Beira, localizada em São Gonçalo, até a Rodovia BR-493, em Itaboraí", explicou a estatal. O prazo contratual para a realização dos serviços é de 480 dias corridos.
Convênio
A Petrobras também informou a assinatura de um convênio para produção de mudas no Horto do Jardim Botânico de Niterói, destinadas à recomposição vegetal na área de influência do empreendimento. O acordo com a Sociedade dos Amigos do Jardim Botânico de Niterói (Samjarboni) prevê a produção de 750 mil mudas de espécies arbóreas.
21/12/2011
Agencia Estado
Edital do trem-bala deve ser publicado até 10 de março, diz ANTT
16/12/2011
Edital do trem-bala deve ser publicado até 10 de março, diz ANTT.
Segundo Bernardo Figueiredo, primeira licitação ocorreria até setembro.
Projeto prevê ligar Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.
O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, disse nesta sexta-feira (16) que o governo deve publicar o edital da licitação da primeira etapa do trem-bala, que prevê ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, até o dia 10 de março de 2012.
De acordo com ele, na próxima semana deve ocorrer uma reunião com ministro do comitê gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para aprovar o modelo da licitação, que já está fechado na ANTT.
A primeira etapa da licitação, que vai escolher a tecnologia do trem-bala e o operador do veículo, deve ocorrer seis meses depois da publicação do edital, em setembro de 2012. O modelo da licitação prevê uma segunda etapa, que vai definir as empresas que construirão a infraestrutura (linha) do trem-bala.
O novo modelo estabelecido pelo governo determinou a realização de duas concessões. A segunda será da empresa responsável pela infraestrutura do projeto. O custo do trem de alta velocidade (TAV) está estimado em pelo menos R$ 33,1 bilhões.
No início de novembro, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região havia autorizado a ANTT a dar seguimento aos preparativos para o leilão do trem-bala. No final de setembro, a Justiça Federal havia determinado à agência que suspendesse todos os procedimentos para o leilão até que fosse regularizado o sistema de transporte rodoviário interestadual de passageiros em todo o país – hoje as linhas são operadas em regime de permissão.
O desembargador federal João Batista Moreira, do TRF da 1ª Região, suspendeu a decisão de primeira instância atendendo a recursos da União, da ANTT e da Associação Brasileira de Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati).
Moreira rejeitou os argumentos da decisão de primeira instância de que o governo federal dá indevida prioridade ao projeto do trem-bala. Para o desembargador, a licitação do trem-bala não prejudica o andamento do leilão das linhas de ônibus interestaduais, que também está sendo preparado pela ANTT.
Fábio Amato
Do G1, em Brasília
Edital do trem-bala deve ser publicado até 10 de março, diz ANTT.
Segundo Bernardo Figueiredo, primeira licitação ocorreria até setembro.
Projeto prevê ligar Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.
O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, disse nesta sexta-feira (16) que o governo deve publicar o edital da licitação da primeira etapa do trem-bala, que prevê ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, até o dia 10 de março de 2012.
De acordo com ele, na próxima semana deve ocorrer uma reunião com ministro do comitê gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para aprovar o modelo da licitação, que já está fechado na ANTT.
A primeira etapa da licitação, que vai escolher a tecnologia do trem-bala e o operador do veículo, deve ocorrer seis meses depois da publicação do edital, em setembro de 2012. O modelo da licitação prevê uma segunda etapa, que vai definir as empresas que construirão a infraestrutura (linha) do trem-bala.
O novo modelo estabelecido pelo governo determinou a realização de duas concessões. A segunda será da empresa responsável pela infraestrutura do projeto. O custo do trem de alta velocidade (TAV) está estimado em pelo menos R$ 33,1 bilhões.
No início de novembro, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região havia autorizado a ANTT a dar seguimento aos preparativos para o leilão do trem-bala. No final de setembro, a Justiça Federal havia determinado à agência que suspendesse todos os procedimentos para o leilão até que fosse regularizado o sistema de transporte rodoviário interestadual de passageiros em todo o país – hoje as linhas são operadas em regime de permissão.
O desembargador federal João Batista Moreira, do TRF da 1ª Região, suspendeu a decisão de primeira instância atendendo a recursos da União, da ANTT e da Associação Brasileira de Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati).
Moreira rejeitou os argumentos da decisão de primeira instância de que o governo federal dá indevida prioridade ao projeto do trem-bala. Para o desembargador, a licitação do trem-bala não prejudica o andamento do leilão das linhas de ônibus interestaduais, que também está sendo preparado pela ANTT.
Fábio Amato
Do G1, em Brasília
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